O Flamengo voltou a manifestar publicamente sua posição a respeito da presença das casas de apostas no futebol brasileiro. O clube reforçou a necessidade de combater operadores que atuam de maneira ilegal, mas também destacou a importância do mercado que foi regulamentado no país.
Anteriormente, o Rubro-Negro já havia apresentado argumentos sobre o assunto e alertado que uma eventual proibição poderia trazer consequências para o futebol brasileiro.
Flamengo defende contratos firmados pelos clubes
A posição do Flamengo leva em consideração que diversos clubes brasileiros estabeleceram contratos comerciais com empresas do setor de apostas. Por esse motivo, o clube afirma ser contrário à atuação de casas clandestinas, enquanto defende a continuidade das atividades realizadas dentro das normas estabelecidas no Brasil.
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O Rubro-Negro também ressalta que o mercado de apostas passou por um processo de regulamentação no país. Com a legalização, os clubes firmaram acordos comerciais levando em conta as regras que passaram a vigorar.
Dessa maneira, o Flamengo entende que o combate ao jogo ilegal deve ocorrer sem atingir o mercado que opera de maneira regular e fiscalizada.
Nota oficial do Flamengo sobre as apostas
Em seu posicionamento, o clube destacou os possíveis efeitos que uma interrupção repentina do mercado poderia provocar nos contratos e nas finanças das equipes de futebol.
“O futebol brasileiro acompanha com atenção as discussões sobre o futuro do mercado de apostas no país e reafirma a importância de combater rigorosamente o jogo ilegal, sem desmontar o mercado legal, regulado e fiscalizado pelo Estado.
Mergulhe na História Rubro-Negra:
O Brasil decidiu regular as apostas após amplo processo de discussão e aprovação do Congresso Nacional. Desde então, clubes e demais agentes do futebol fizeram investimentos e assumiram compromissos considerando o ambiente regulatório estabelecido.
Uma eventual proibição ou interrupção abrupta do mercado colocaria em risco contratos de patrocínio já firmados, compromissos financeiros e decisões de investimento e contratação, podendo provocar desequilíbrio financeiro nos clubes e impactar a sustentabilidade do futebol brasileiro.
O caminho deve ser fortalecer a fiscalização, aprimorar os mecanismos de proteção e impedir a atuação de operadores ilegais, preservando a segurança jurídica de quem atua dentro das regras.
É possível proteger a população e manter um mercado regulado, com políticas de prevenção, informação ao consumidor e suporte às pessoas que desenvolvam comportamento de jogo problemático.
Qualquer mudança deve considerar seus efeitos sobre a população e os riscos de deslocamento da atividade para operadores ilegais”, diz a nota oficial publicada pelo Flamengo.













