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Flamengo tem camisa mais cara entre clubes do Brasileirão, aponta levantamento

Levantamento coloca Flamengo no topo do ranking de camisas mais caras do Brasileirão

Manto 1 Rubro Negro 2026
Manto 1 Rubro Negro 2026

Flamengo também aparece na liderança quando o assunto é o preço dos uniformes no Brasileirão. Um levantamento mostra que o Manto Sagrado na versão de jogador é o mais caro entre os clubes da Série A, sendo comercializado por R$ 799,99.



Na extremidade oposta da lista está o Vitória, que vende sua camisa por R$ 329,99. Com isso, existe uma diferença de R$ 470 entre o valor cobrado pelo uniforme do Flamengo e o preço do clube que aparece na última posição do levantamento realizado pelo GE.

Quais clubes aparecem logo abaixo do Flamengo?

Na sequência do ranking estão Atlético-MG, Corinthians e Vasco, todos com camisas de jogador anunciadas por R$ 749,99. Para elaborar a relação, o levantamento considera o maior preço entre os diferentes modelos masculinos encontrados nas lojas oficiais de cada clube.



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Confira a lista completa dos uniformes

Flamengo – Jogador – R$ 799,99 – Adidas
Atlético-MG – Jogador – R$ 749,99 – Nike
Corinthians – Jogador – R$ 749,99 – Nike
Vasco* – Jogador – R$ 749,99 – Nike
Bahia – Jogador – R$ 599,99 – Puma
Fluminense – Jogador – R$ 599,99 – Puma
Grêmio – Jogador – R$ 599,99 – New Balance
Palmeiras – Jogador – R$ 599,99 – Puma
São Paulo – Jogador – R$ 599,99 – New Balance
Athletico – Jogador – R$ 499,99 – Umbro
Santos – Jogador – R$ 499,99 – Umbro
Cruzeiro – Torcedor – R$ 449,99 – Adidas
Internacional – Torcedor – R$ 449,99 – Adidas
Bragantino – Oficial – R$ 429,99 – Puma
Mirassol*** – Edição Libertadores – R$ 429,90 – Athleta
Botafogo – Masculina – R$ 419,99 – Mizuno
Coritiba – Masculina – R$ 399,99 – Diadora
Chapecoense – Oficial – R$ 359,90 – Kappa
Remo – Jogador – R$ 329,99 – Volt
Vitória – Jogador – R$ 329,99 – Volt



O que explica a diferença de preço entre os uniformes?

A variação nos valores está relacionada principalmente ao tipo de camisa comercializada. O modelo Jogador é desenvolvido para ficar o mais próximo possível do uniforme utilizado pelos atletas durante as partidas. Por isso, essas peças costumam contar com tecidos mais leves e tecnologias voltadas à ventilação.

Mergulhe na História Rubro-Negra:

No caso de Cruzeiro e Internacional, por exemplo, a versão Jogador não estava disponível nos respectivos sites oficiais no momento considerado pelo levantamento.

Camisas Torcedor, Estádio e Fã são mais baratas?

Os modelos identificados como Torcedor, Estádio e Fã também reproduzem a identidade visual oficial dos clubes, mas são confeccionados com materiais e tecnologias mais simples. A finalidade é atender principalmente quem deseja utilizar a camisa no cotidiano para demonstrar sua ligação com o time.

Dessa maneira, o torcedor pode escolher uma alternativa que não tenha o mesmo preço de uma peça desenvolvida especificamente para utilização em campo.

O valor, porém, não depende exclusivamente da fornecedora de material esportivo. Dentro de um mesmo clube, diferentes categorias de camisa podem apresentar preços bastante diferentes, já que fatores como materiais, tecnologia empregada e finalidade de uso interferem diretamente no custo.

Camisa do Flamengo pode ser modificada por causa das bets?

O uniforme de jogo do Flamengo também pode passar por mudanças em razão da Medida Provisória que proíbe as casas de apostas. Atualmente, a Betano ocupa o principal espaço comercial do Manto Sagrado. Caso os clubes não consigam reverter a medida, o uniforme rubro-negro poderá sofrer alterações.

O Flamengo também entrou oficialmente na discussão no Supremo Tribunal Federal (STF). O clube requereu seu ingresso como amicus curiae na ADI nº 8.027/DF, que trata da constitucionalidade da Medida Provisória nº 1.394/2026. O próprio Flamengo informou que pretende contribuir tecnicamente para o debate, considerando os impactos da medida sobre o financiamento esportivo, contratos de patrocínio, modalidades olímpicas e de formação e a segurança jurídica dos acordos existentes.

A medida provisória publicada em setembro de 2026 prevê, entre outros pontos, a extinção das autorizações federais, estaduais e distritais para apostas de quota fixa, além de estabelecer que os operadores não terão direito à devolução da outorga nem a indenização.

O pedido do Flamengo será analisado no âmbito do STF, enquanto o tema também é discutido em outras ações relacionadas à regulamentação das apostas.

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