Filipe Luís, conhecido por sua carreira como jogador, tem demonstrado grande habilidade como treinador, valorizando a defesa do Flamengo. O ex-lateral se destaca como o técnico do clube com a menor média de gols sofridos nos últimos dez anos.
Em 24 jogos no comando do Flamengo, Filipe Luís sofreu apenas 12 gols, resultando em uma média de 0,5 gols sofridos por partida. Na temporada de 2025, o desempenho é ainda mais impressionante, com apenas um gol sofrido em nove jogos.
“Eu dou muito valor para a fase defensiva, que não é só zagueiro e lateral, é a equipe toda. Todos os jogadores participam. A fase defensiva é tão importante quanto a ofensiva. Sou fissurado em atacar, mas entendo que temos que saber defender. Poderíamos ter sofrido gol (contra o Vasco), em algum momento vamos correr esse risco. Mas se for para perder quero que seja desse jeito. A longo prazo a fase defensiva tem o mesmo peso que a fase ofensiva”, afirmou Filipe Luís.
Filipe Luís superou Dorival Júnior, que em 2018 sofreu sete gols em 12 jogos (média de 0,58). Paulo César Carpegiani é o terceiro colocado, com média de 0,65 gols sofridos.
Lista dos técnicos com menor média de gols sofridos nos últimos dez anos:
– Filipe Luís (2024-2025): 0,50 (12 gols sofridos em 24 jogos)
– Dorival Júnior (2018): 0,58 (7 sofridos em 12 jogos)
– Paulo César Carpegiani (2018): 0,65 (11 sofridos em 17 jogos)
– Tite (2023-2024): 0,72 (51 sofridos em 70 jogos)
– Maurício Barbieri (2018): 0,74 (29 sofridos em 39 jogos)
– Muricy Ramalho (2016): 0,80 (21 sofridos em 26 jogos)
– Jorge Jesus (2019-2020): 0,82 (47 sofridos em 57 jogos)
– Dorival Júnior (2022): 0,83 (35 sofridos em 42 jogos)
– Reinaldo Rueda (2017): 0,84 (26 sofridos em 31 jogos)
– Renato Gaúcho (2021): 0,86 (32 sofridos em 37 jogos)
– Vanderlei Luxemburgo (2014-2015): 0,88 (52 sofridos em 59 jogos)
– Abel Braga (2019): 0,90 (29 sofridos em 32 jogos)
– Paulo Sousa (2022): 0,90 (29 sofridos em 32 jogos)
– Zé Ricardo (2016-2017): 0,96 (86 sofridos em 89 jogos)
– Jorge Sampaoli (2023): 1,05 (41 sofridos em 39 jogos)
– Oswaldo de Oliveira (2015): 1,05 (21 sofridos em 20 jogos)
– Rogério Ceni (2020-2021): 1,22 (55 sofridos em 45 jogos)
– Cristóvão Borges (2015): 1,28 (23 sofridos em 18 jogos)
– Vítor Pereira (2023): 1,33 (24 sofridos em 18 jogos)
– Domènec Torrent (2020): 1,56 (36 sofridos em 23 jogos)













