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Rossi depõe à Polícia Civil no Ninho após atentado na Linha Amarela

Investigação sobre tentativa de assalto ao goleiro do Flamengo segue em andamento

Rossi na academia do Flamengo no Ninho do Urubu
Rossi na academia do Flamengo no Ninho do Urubu

Na tarde desta sexta-feira (09), o goleiro Agustín Rossi prestou depoimento à Polícia Civil no centro de treinamento do Flamengo, o Ninho do Urubu. A ação faz parte da investigação sobre a tentativa de assalto sofrida pelo atleta na madrugada da última quinta-feira (08), quando retornava ao Rio de Janeiro após o jogo contra o Central Córdoba, na Argentina, pela Libertadores.

O episódio aconteceu na Linha Amarela, na altura de Bonsucesso, zona norte da capital fluminense. O veículo em que Rossi estava foi atingido por quatro disparos: um deles acertou a porta do motorista, outro danificou o retrovisor do lado do carona, enquanto os demais atingiram o vidro traseiro e o para-lama de uma das rodas. O carro do goleiro, um modelo híbrido e blindado, impediu que alguém se ferisse durante o ataque.



O caso está sendo conduzido pela 21ª Delegacia de Polícia, que busca identificar os responsáveis pelo crime. A presença da Polícia Civil no Ninho foi solicitada pelo próprio Flamengo, que vem prestando total apoio ao jogador e se colocou à disposição para colaborar com todas as etapas do inquérito.

Rossi permanece no elenco e descarta saída

Mesmo após o grave incidente, Rossi não demonstrou qualquer intenção de deixar o clube. Em conversa com dirigentes rubro-negros logo após se reapresentar na quinta-feira, o arqueiro argentino afirmou estar tranquilo e focado, reafirmando o compromisso com o contrato que possui com o Flamengo, válido até dezembro de 2027.

Preparação para o próximo confronto

Rossi treinou normalmente com o restante do elenco e está à disposição do técnico Filipe Luís para o jogo deste sábado (10), quando o Flamengo recebe o Bahia, no Maracanã, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. A partida está marcada para às 21h (horário de Brasília).



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