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Pilhado critica duramente Scout do Flamengo e ironiza contratações sob comando de Boto

Apresentador chama planejamento de "livro de geografia" e diz que clube faz palhaçada com o torcedor

Jornalista Thiago Asmar
Jornalista Thiago Asmar

O jornalista Thiago Asmar, o “Pilhado”, não poupou palavras ao criticar o departamento de scout do Flamengo e o trabalho conduzido por José Boto, atual diretor de futebol do clube. Em comentário inflamado, o apresentador detonou as escolhas recentes da diretoria rubro-negra e ironizou as contratações feitas ou cogitadas, classificando o planejamento do clube como “livro de geografia”.



Boto chegou à Gávea com fama internacional por identificar jogadores promissores e baratos, com histórico de sucesso em mercados como Benfica e Shakhtar Donetsk. No entanto, Pilhado diz que, até agora, as promessas não se concretizaram e os nomes apresentados decepcionam.

“Teve flamenguista que me criticou: ‘Tá criticando muito, Pilhado. Ele trabalha com scout’. Eu vi o scout de bosta que ele trabalha. Porque até aqui trouxe jogador de 28 anos que tava no Azebaijão, que gente… Não dá pra gente achar que esse cara tem o nível do Flamengo com todo respeito a ele. O erro não foi dele. O erro foi do Flamengo. Aí agora veio com esse tal de Mikey Johnston. Um irlandês que ninguém conhece. Que tá na segunda divisão da Inglaterra”, disparou Pilhado.

A fala se refere à contratação de Juninho, atacante brasileiro vindo do Qarabag, do Azerbaijão, e à negociação que estava em curso com o irlandês Mikey Johnston, do West Bromwich, que acabou sendo descartada após reação negativa da torcida e bastidores tensos no clube.



Segundo Pilhado, o Flamengo parece ignorar a exigência por reforços de peso. Ele reconhece a chegada de Jorginho, destaque na disputa do Mundial de Clubes, mas ironiza a falta de nomes com impacto imediato no elenco.

“Flamengo tá de palhaçada com a cara do torcedor”, afirmou, revoltado.

A revolta se intensificou diante da possibilidade de o Flamengo encerrar a janela com poucas aquisições relevantes, mesmo após arrecadação significativa com premiações e vendas, além da ausência de Gerson e da iminente saída de Wesley.

“O Flamengo virou livro de Geografia. Depois do Juninho Azebaijão, vai ser Mike Irlanda? Só faltava essa. O Flamengo tá de palhaçada com a cara do torcedor”, completou o apresentador.

Com um calendário apertado no segundo semestre e envolvimento simultâneo em diversas competições, a cobrança por reforços que realmente elevem o nível do elenco rubro-negro aumenta, assim como a pressão sobre a diretoria e José Boto.



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