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Flamengo esfria tratativas com Spartak por Barco após exigência de 20 milhões de euros

Clube russo pede valor elevado por meia argentino, e negociações com o rubro-negro ficam travadas

Barco nos tempos de River Plate
Barco nos tempos de River Plate

A possível chegada de Esequiel Barco ao Flamengo deu uma pausa significativa. Segundo informações apuradas pela jornalista Raisa Simplicio, do site Goal, as conversas entre o Rubro-Negro e o Spartak Moscou estagnaram após uma contraproposta considerada elevada pelo clube russo. O Flamengo havia formalizado uma oferta na casa dos 14 milhões de euros, mas o Spartak respondeu exigindo 20 milhões de euros (equivalente a aproximadamente R$ 131 milhões).



Com 26 anos, Barco tem contrato com os russos até junho de 2027, o que coloca o Spartak em uma posição confortável para conduzir as negociações com calma. O meia argentino já deixou claro o desejo de retornar ao futebol sul-americano, o que poderia facilitar um eventual acordo. No entanto, o valor pedido esfriou o entusiasmo inicial da diretoria rubro-negra.

Revelado pelo Independiente, o jogador construiu uma trajetória de destaque no River Plate e no Atlanta United, dos Estados Unidos. O Flamengo, ciente do talento do meia, tentou avançar com o negócio e, conforme apuração do jornal O Dia, chegou a acertar os termos com o estafe do atleta. Contudo, o verdadeiro entrave continua sendo com o clube europeu, que não demonstra disposição para flexibilizar a pedida.



Paralelamente, o Flamengo ainda se empenha em resolver outra negociação complexa no mercado: o caso envolvendo o colombiano Jorge Carrascal, do Dínamo Moscou. Assim, enquanto o clube se divide em diferentes frentes para reforçar o elenco, o acerto com Barco segue em compasso de espera.

Mergulhe na História Rubro-Negra:

Barco já causou dor ao torcedor rubro-negro

O nome de Esequiel Barco não é estranho à Nação. Foi dele o gol que sacramentou a derrota do Flamengo na final da Copa Sul-Americana de 2017, em pleno Maracanã, quando ainda defendia o Independiente. Aquele episódio marcou a memória de muitos torcedores, e hoje o destino pode aproximar o algoz da época do próprio clube carioca.

Além da identificação com o futebol da América do Sul, Barco também acredita que um retorno ao continente pode impulsionar suas chances de ser lembrado nas próximas convocações da seleção argentina para a Copa do Mundo.



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