O embate jurídico entre Flamengo e Gerson ganhou um novo personagem de peso. Dono da SAF do Cruzeiro, Pedrinho BH decidiu entrar no cenário de conflito e colocou o departamento jurídico do clube mineiro à disposição do estafe do jogador.
Segundo apuração da reportagem, o dirigente se mostrou disposto a oferecer todo o suporte necessário ao volante recém-contratado pela Raposa. Dessa forma, uma das medidas adotadas foi liberar os advogados do Cruzeiro para atuarem na defesa de Gerson contra o processo que será movido pelo Rubro-Negro.
Flamengo prepara ação judicial por valor milionário
O Flamengo pretende acionar Gerson na Justiça para cobrar cerca de R$ 40 milhões. O valor está relacionado a uma cláusula contratual envolvendo direitos de imagem, que previa o pagamento dessa quantia em caso de rompimento do acordo por qualquer uma das partes.
LEIA TAMBÉM:
A diretoria rubro-negra entende que houve quebra contratual e, por isso, decidiu recorrer ao Judiciário para exigir o cumprimento da cláusula prevista em contrato.
Estafe de Gerson se irrita com vazamento interno
Ainda conforme a reportagem, o estafe de Gerson ficou extremamente incomodado com o vazamento de documentos confidenciais à imprensa. A avaliação é de que integrantes da diretoria do Flamengo teriam sido responsáveis pela divulgação do material, o que agravou ainda mais o clima entre as partes.
Com isso, jogador e clube passaram a viver um verdadeiro “pé de guerra” nos bastidores, abrindo espaço para que o Cruzeiro se posicionasse de forma direta em defesa do atleta.
Mergulhe na História Rubro-Negra:
Relação desgastada antecede disputa judicial
A origem do processo também passa pelo desconforto da diretoria rubro-negra com a postura do estafe de Gerson durante a negociação envolvendo o Zenit. A condução das tratativas desagradou tanto José Boto quanto o presidente Bap, o que ajudou a intensificar o desgaste da relação.
Vale destacar que, conforme apuração, o Flamengo não inclui essa cláusula de direitos de imagem em todos os contratos firmados. Além disso, o clube normalmente evita recorrer à Justiça para cobrar esse tipo de obrigação contratual, tornando o caso ainda mais incomum.













