A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, declarou que não enxerga o Flamengo como o principal rival do clube paulista, mesmo diante das frequentes disputas por títulos e dos atritos recentes envolvendo dirigentes das duas instituições. Em entrevista concedida nesta segunda-feira (01) ao programa ‘POD_i’, da GloboNews, a mandatária também fez questão de ressaltar o respeito que possui pelo Rubro-Negro.
“As pessoas falam do Flamengo porque ele sempre está disputando [títulos] com a gente. É por causa disso. É um grande clube e está sempre disputando com a gente, seja o Brasileiro, seja a Libertadores. Por isso que o Flamengo hoje é tão falado como rival do Palmeiras. Eu nunca começo [embates com a diretoria do Flamengo]. Mas se as pessoas me provocam, eu falo. Não dá para ficar quieta. Às vezes falam umas coisas que eu não concordo e eu tenho que rebater”
Disputas recentes entre Flamengo e Palmeiras
Nos últimos anos, Flamengo e Palmeiras estiveram frequentemente frente a frente em decisões importantes. As equipes decidiram a Libertadores de 2021, com triunfo do clube paulista, e também a edição de 2025, quando o Rubro-Negro levou a melhor e conquistou o título continental.
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Além disso, os dois clubes têm figurado constantemente entre os primeiros colocados do Campeonato Brasileiro, protagonizando disputas diretas pela liderança e pelas principais conquistas nacionais.
Trocas de provocações entre dirigentes
Fora das quatro linhas, a relação entre as diretorias também ficou marcada por declarações públicas e provocações. Leila Pereira e o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, acumularam episódios de alfinetadas nos últimos anos.
Mesmo assim, a dirigente palmeirense reforçou que suas divergências não têm relação com a instituição rubro-negra.
“A questão não é contra a instituição, isso que eu quero deixar muito claro. Eu reconheço que o Flamengo é um grande clube, uma torcida enorme, tanto que eu vou para o Rio de Janeiro e sou extremamente bem tratada por todos os clubes, porque eu respeito muito as instituições. Mas às vezes, determinados dirigentes falam coisas que eu não concordo, então eu sou obrigada a rebater.”
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