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Mauro Cezar analisa classificação do Flamengo e exalta primeiro tempo contra o Cruzeiro

Em sua coluna, jornalista destacou pressão rubro-negra antes do intervalo e crescimento da equipe mineira na segunda etapa

Jornalista Mauro Cezar Pereira
Jornalista Mauro Cezar Pereira

O jornalista Mauro Cezar Pereira analisou, em sua coluna, a vitória do Flamengo por 2 a 1 sobre o Cruzeiro pelas oitavas de final da Copa Libertadores. Na avaliação do comentarista, a partida no Maracanã teve dois momentos bastante diferentes: uma primeira etapa de amplo domínio rubro-negro e um segundo tempo marcado pela forte reação da equipe mineira.



No fim, o Flamengo conseguiu confirmar a vitória e avançou na competição, mantendo vivo o objetivo de conquistar o quinto título da Libertadores de sua história.

Mauro Cezar destaca pressão impressionante do Flamengo

De acordo com a análise de Mauro Cezar, o Flamengo iniciou a partida impondo uma pressão extremamente forte sobre o Cruzeiro. Com apenas 17 minutos de bola rolando, o Rubro-Negro já havia acumulado dez finalizações.

A postura da equipe carioca dificultava até mesmo a saída do adversário de seu próprio campo. Enquanto o Cruzeiro encontrava problemas para avançar, o Flamengo mantinha a posse, movimentava a bola e procurava constantemente uma maneira de abrir o placar.

O volume ofensivo continuou elevado durante toda a primeira etapa. Quando Arrascaeta finalmente marcou, aos 35 minutos, o Flamengo chegou à sua 14ª finalização na partida.



Na jogada, o uruguaio apareceu em boa condição, fez a tabela com Pedro e concluiu colocado, no canto, sem dar possibilidade de defesa para Otávio. Para Mauro Cezar, o gol representou aquilo que vinha acontecendo no confronto até então: um domínio quase completo do Flamengo.

Rubro-Negro leva vantagem para o intervalo

Depois de conseguir transformar a superioridade em gol, o Flamengo seguiu controlando o andamento da partida. A primeira etapa terminou com uma diferença evidente entre as equipes, com o time carioca produzindo muito mais ofensivamente e construindo as principais oportunidades.

Assim, o Rubro-Negro foi para o intervalo vencendo por 1 a 0, enquanto o Cruzeiro apresentava uma postura muito mais reativa.



Cruzeiro muda postura e consegue o empate

O cenário, porém, foi diferente no segundo tempo. Segundo Mauro Cezar, a equipe mineira retornou melhor, passou a adiantar sua marcação e finalmente começou a finalizar.

Em uma das primeiras investidas, Jorginho evitou praticamente em cima da linha o que seria o empate cruzeirense. A igualdade, entretanto, aconteceu logo depois.

Lucas Romero recebeu espaço e acertou um chute cruzado. Na avaliação apresentada pelo jornalista, Rossi estava mal posicionado e o meio-campista do Cruzeiro não recebeu marcação. Com isso, o placar ficou em 1 a 1.

O gol fez o Cruzeiro crescer ainda mais na partida. Em um contra-ataque, Kaio Jorge ficou muito perto da virada, mandando a bola rente à trave direita do goleiro rubro-negro.

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Depois de atravessar o momento de maior pressão do adversário, o Flamengo voltou a colocar a bola no chão e conseguiu construir a jogada que definiria o confronto.

Samuel Lino recebeu, cortou a marcação e bateu cruzado para fazer 2 a 1. Pedro novamente apareceu como garçom e deu mais uma bela assistência na partida.

Mauro Cezar questiona regularidade de Pedro

Em sua coluna, Mauro Cezar também reservou espaço para analisar especificamente o desempenho de Pedro. O jornalista destacou a participação do camisa 9 tanto com quanto sem a bola e levantou uma questão sobre o motivo de o atacante não conseguir repetir constantemente esse tipo de atuação.

“Sobre o camisa 9 do campeão da Libertadores, uma dúvida que persiste: o que o impede de jogar sempre assim, participante com bola e sem bola, de qualquer jeito? Realmente um mistério.”

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Pedro permaneceu em campo até os 30 minutos da segunda etapa, quando deixou a partida para a entrada de Bruno Henrique. O camisa 27 havia começado como titular no primeiro confronto, disputado uma semana antes no Mineirão.

Cruzeiro se lança ao ataque na reta final

Nos minutos finais, o Cruzeiro aumentou ainda mais sua presença ofensiva. Depois das alterações realizadas pelo técnico Artur Jorge, diversos jogadores de ataque foram colocados em campo, fazendo a equipe mineira avançar de maneira até desorganizada em busca do empate.

Nesse cenário, Matheus Pereira passou a recuar para buscar a bola entre os zagueiros e tentar iniciar as jogadas.

Mesmo pressionado em determinados momentos, o Flamengo também encontrou oportunidades para marcar o terceiro gol. A equipe não conseguiu ampliar, mas administrou a vantagem de 2 a 1 até o apito final e confirmou a classificação para as quartas de final da Libertadores.

Na visão apresentada por Mauro Cezar Pereira em sua coluna, o confronto reuniu uma primeira etapa impecável do Flamengo, uma importante reação do Cruzeiro depois do intervalo e terminou como uma grande partida no Maracanã, com o Rubro-Negro seguindo vivo na busca pelo quinto título da principal competição do continente.

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