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Adriano Imperador se compara a grandes nomes do futebol mundial

Ídolo do Flamengo relembra carreira de destaque no clube e na Seleção Brasileira

Adriano Imperador em entrevista no Boteco do Chula
Adriano Imperador em entrevista no Boteco do Chula

Adriano Imperador, um dos maiores ídolos da história do Flamengo, voltou a gerar debate ao afirmar que, em seu auge, jogou mais que craques consagrados do futebol internacional. O “Didico”, conhecido pela força, talento e carisma, segue sendo lembrado com carinho pelos torcedores.

Comparações com estrelas internacionais

Em entrevista ao programa “Boteco do Chula”, Adriano respondeu a uma série de perguntas sobre sua carreira e não hesitou em dar opiniões firmes. Questionado se havia jogado mais que lendas como Ronaldo, Romário, Ibrahimovic, Mbappé, Lewandowski e Gabigol, o ex-camisa 10 foi direto.

Na sua avaliação, nomes como Kylian Mbappé, Robert Lewandowski e Gabigol ficam atrás dele. Já quando citados Romário, Ibrahimovic e Ronaldo Fenômeno, o Imperador reconheceu que estes foram superiores em suas trajetórias.

Primeiros passos e títulos iniciais

Revelado pelo Flamengo no ano 2000, Adriano chegou a atuar nas divisões de base até mesmo como lateral-esquerdo. Naquele ano, conquistou os primeiros troféus: a Taça Rio e o Campeonato Carioca, embora não tenha entrado em campo no estadual.

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Já em 2001, participou ativamente das conquistas da Taça Guanabara, do Carioca e também da Copa dos Campeões. Foi um período em que ainda não imaginava que assumiria a camisa 9 da Seleção Brasileira.



Brasileirão de 2009: o auge com o Mengão

O título mais marcante de sua carreira veio em 2009, quando foi protagonista na campanha do Campeonato Brasileiro. Adriano disputou 30 dos 38 jogos daquela edição, marcou 19 gols e deu quatro assistências. O Flamengo encerrou o torneio com 15 vitórias, sete empates e oito derrotas com ele em campo.

Mergulhe na História Rubro-Negra:

Para o Imperador, este é o título mais significativo da sua trajetória:

– Teoricamente, estava lá embaixo, o time não estava bem. Um título, para mim, inesquecível. O grupo era muito bom. Nós realmente nos unimos, e isso fez com que a gente pudesse ser campeão, com certeza – declarou recentemente ao “GE”.



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