Flamengo e Internacional entram em campo neste domingo (17), pelo Campeonato Brasileiro, em um contexto pouco comum. O duelo acontece justamente no intervalo dos dois confrontos entre as equipes pelas oitavas de final da Libertadores. Com o Rubro-Negro em vantagem após o triunfo por 1 a 0 no jogo de ida, a expectativa é que tanto Filipe Luís quanto Eduardo Coudet façam mudanças, transformando o duelo em um verdadeiro jogo de xadrez tático.
Histórico e momento atual
Jogando no Beira-Rio, o Internacional costuma se impor contra o Flamengo em jogos de Série A. Desde 2006, foram 18 encontros no estádio, com 11 vitórias dos colorados, cinco empates e apenas duas derrotas. No entanto, a campanha atual mostra cenários distintos: enquanto o Inter aparece apenas como a 12ª melhor equipe como mandante, o Flamengo figura como o segundo melhor visitante do Brasileirão.
Números que favorecem o Flamengo
Segundo dados do “ge”, o Internacional é o segundo time que mais finaliza em casa, com média de 16,6 arremates por partida. Porém, a eficiência é baixa: o time precisa de 13,5 tentativas para balançar as redes, a quarta pior marca da competição.
O problema para os colorados é que terão pela frente a defesa rubro-negra, que é a que menos cede finalizações como visitante — apenas 9,3 por jogo. Isso indica que o Flamengo tende a forçar o Inter ao erro, seja na saída de bola ou em chutes de longa distância, já que infiltrar na zaga rubro-negra será uma missão complicada.
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Eficiência ofensiva rubro-negra
Quando a posse estiver com o Flamengo, o cenário se inverte. O time comandado por Filipe Luís não precisa de muitas oportunidades para marcar: com a terceira melhor eficiência ofensiva fora de casa, o clube carioca faz um gol a cada 8,4 finalizações.
Já a defesa do Internacional como mandante é apenas a 13ª do Brasileirão em solidez, sofrendo um gol a cada 9,9 chutes recebidos. Isso significa que qualquer desatenção defensiva pode custar caro diante do poder de decisão dos atacantes rubro-negros.
Decisão nos elencos
No fim, o duelo promete ser definido pela profundidade dos elencos e pela capacidade dos jogadores reservas em cumprir os planos táticos. Com um plantel mais qualificado, o Flamengo tende a ditar o ritmo do jogo, mas precisa transformar a qualidade técnica em resultado, para chegar ainda mais fortalecido ao confronto decisivo da próxima quarta-feira.
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