Canal do Eu sou Flamengo no Whatsapp

Após deixar o campo lesionado, Emerson Royal explica situação e reforça compromisso com o Flamengo

‘Não sou robô’: Emerson Royal comenta vaias e se desculpa com torcida

Emerson Royal em entrevista após vitória do Flamengo sobre o Internacional
Emerson Royal em entrevista após vitória do Flamengo sobre o Internacional

Emerson Royal falou com a imprensa após a vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Internacional, pelas oitavas de final da Libertadores, explicando o momento em que recebeu vaias no Maracanã. O lateral, que deixou o campo no segundo tempo por causa de uma entorse no tornozelo esquerdo, disse que tentou permanecer em campo para ajudar o time, mas que a limitação física prejudicou seu rendimento.



“A torcida está no direito dela, se eu não puder render no meu nível 100%, eles estão no direito de cobrar. Acredito que, como eu falei, foi no começo de jogo, eu tive uma entorse e acabou condicionando um pouco o meu jogo. Eu não conseguia arrancar, não conseguia saltar, não conseguia mudar de direção, isso acabou complicando um pouco”, declarou.

“A torcida está no direito dela, não muda a minha confiança. Eu entendo o lado deles, eles vão entender o meu lado também, porque eu não sou nenhum robô. Tentei o máximo, tentei ficar em campo para poder ajudar o Flamengo, e se de alguma forma não foi aceito, se de alguma forma eu prejudiquei, peço desculpas, mas dentro de campo eu estava só para ajudar o Flamengo”, completou Emerson Royal.



Apesar do choque no tornozelo logo no início, o lateral participou ativamente dos primeiros minutos e foi uma das principais armas ofensivas do Flamengo até os 10 minutos de jogo. Porém, após um novo impacto, o desempenho caiu. Ele terminou a partida com 1 interceptação, 1 desarme e 3 duelos vencidos na defesa. No ataque, acertou 30 de 33 passes e falhou nos dois cruzamentos tentados. O fator decisivo para a queda de rendimento foi a dificuldade física.

LEIA TAMBÉM:

‘Foge dos meus princípios’, afirma Emerson sobre pedir substituição

O jogador contou que prefere lutar até o fim e não costuma pedir para sair logo no início. Disse que, no intervalo, solicitou uma infiltração para tentar voltar ao campo, mas que a comissão técnica optou por substituí-lo para evitar um desempenho ainda pior.



“Dois minutos de jogo, levantar a mão e pedir para sair, mas isso não é a minha personalidade, eu não sou essa pessoa. Isso foge dos meus princípios, eu vou tentar até o final. Queria tentar ainda, pedir para o doutor ali no intervalo me dar uma injeção, fazer alguma coisa”, afirmou.

Mergulhe na História Rubro-Negra:

“Eu pedi para ele, por favor, faz algo, porque eu quero tentar ajudar o Flamengo no segundo tempo, mas optamos por não voltar, porque com o decorrer do jogo, minha performance ia cair ainda mais. No começo do jogo eu estava bem, mas depois, com o passar do tempo, a dor começou a aumentar e começou a me limitar muito, principalmente na mudança de direção, na arrancada, para saltar também doía bastante”, concluiu o lateral.



SHARE