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Bandeira de Mello aponta atitude e vergonha na cara como solução para crise corintiana

Declaração forte de ex-presidente do Flamengo envolve clube paulista

O ex-presidente Rubro-Negro, Eduardo Bandeira de Mello
O ex-presidente Rubro-Negro, Eduardo Bandeira de Mello

No meio de uma das piores crises institucionais e financeiras da história do Corinthians, uma opinião vinda diretamente de quem liderou a reestruturação do Flamengo ganhou destaque: “vergonha na cara” seria o ponto de partida para a virada.



A frase foi dita por Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Rubro-Negro, que comandou o início da reviravolta econômica do clube carioca. A fala repercutiu logo após Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, afirmar que o clube paulista “quer ser como o Flamengo”.

Durante entrevista ao canal “Benja Me Mucho”, do apresentador Benjamin Back, Bandeira foi direto ao comentar a situação do Corinthians. Para ele, a solução não envolve mistérios ou estratégias avançadas.



“É muito mais uma coisa de atitude, de postura, de vergonha na cara. O que você precisa fazer no Corinthians, o que se fez no Flamengo, você aprende em Administração Financeira 1. Não tem nada assim de estratosférico”, destacou.

Pilares da reconstrução exigem mudança cultural

Segundo Bandeira de Mello, qualquer clube que deseje se reerguer precisa se basear em três fundamentos essenciais: postura, responsabilidade e credibilidade. Para ele, são esses os pilares que fazem com que investidores, parceiros e torcedores acreditem novamente na instituição.



O ex-dirigente ainda ressaltou que a maior força de Flamengo e Corinthians não está em seus cofres, mas sim na dimensão de suas torcidas.

“Para quem tem 30 milhões de torcedores, não é impossível. O maior ativo que o Flamengo tem, que o Corinthians tem, que o Vasco, o Palmeiras, é a torcida”, apontou.

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As falas de Bandeira vêm à tona enquanto o Corinthians enfrenta um cenário alarmante, com dívidas que superam a marca dos R$ 2 bilhões, além de conviver com forte instabilidade política.

Em contrapartida, o Mais Querido estima que vai arrecadar uma quantia próxima a esse valor ainda em 2025, escancarando a distância econômica e organizacional entre os dois gigantes do futebol brasileiro.



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