O recado de Boto sobre os novos reforços
O dirigente português pediu que torcedores e profissionais ligados ao Flamengo tenham paciência com Valencia e Freitas. Ao explicar seu ponto de vista, Boto lembrou justamente da trajetória de Pulgar no clube.
– Vou pedir a vocês paciência com eles e dar aqui um exemplo de como funciona isto aqui. O Pulgar, que hoje é um jogador que toda a gente aqui escreve maravilhas dele, e com razão, chegou como bagre, bagre como vocês dizem -, disse, antes de fechar:
– Muitos de vocês escreveram que ele era um bagre. Não, não, não, tá bem, pronto. Portanto vocês fechem os ouvidos às análises e ponham os olhos nestes jogadores que hoje são jogadores importantíssimos, mas que chegaram também com análises de bagres e hoje são medalhões”, fechou José Boto.
Por que Pulgar serviu como exemplo?
Quando foi contratado pelo Flamengo, Erick Pulgar enfrentou bastante desconfiança por parte de torcedores e também da imprensa. Ao longo de sua passagem pelo clube, o chileno teve momentos de altos e baixos, mas atualmente vive uma realidade diferente.
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O volante se tornou peça essencial no sistema de Leonardo Jardim, sendo considerado um dos jogadores importantes do elenco rubro-negro.
Diante da importância que conquistou, o Flamengo decidiu ampliar o vínculo de Pulgar. O contrato, que anteriormente tinha validade até 2027, foi estendido, e agora o jogador permanecerá ligado ao Rubro-Negro por mais duas temporadas, com vínculo até dezembro de 2029.
Expectativa pela adaptação de Valencia e Freitas
A declaração de José Boto aumenta a expectativa sobre o processo de adaptação de Anthony Valencia e Joaquín Freitas ao Flamengo. A intenção do dirigente é preparar o ambiente para possíveis obstáculos que os dois possam encontrar nos primeiros momentos no clube.
Com isso, o Flamengo procura evitar uma pressão exagerada sobre os novos jogadores logo após suas chegadas, dando tempo para que eles possam se adaptar ao elenco e ao futebol brasileiro.
Rossi também pede paciência com Freitas
Depois da vitória do Flamengo sobre o Mirassol, Rossi também comentou sobre a contratação de Joaquín Freitas. O goleiro destacou que o jovem precisa receber apoio durante sua adaptação, principalmente porque deixou sua casa ainda muito novo para atuar em um clube da dimensão do Flamengo.
O que Rossi falou sobre Joaquín Freitas?
— O mais importante para ele hoje em dia é a recepção. Ele mora perto lá da minha cidade também, é um garoto que também vem de divisões inferiores da Argentina, igual a mim. Ele fez a estreia na terceira divisão, eu também, com quase a mesma idade que ele, ele ainda mais novo, com 16. Então eu acho que o mais importante para ele hoje em dia é a gente ajudar ele a se adaptar. Não é a mesma coisa o futebol argentino do futebol brasileiro. O futebol brasileiro está um passo acima e até ele se adaptar a gente tem que tentar ajudar ele —, iniciou Rossi.
Mergulhe na História Rubro-Negra:
O goleiro também afirmou que vem acompanhando algumas partidas de Freitas e acredita que o atacante poderá contribuir bastante, apesar da pouca idade. Rossi, porém, reforçou novamente a necessidade de paciência por parte dos torcedores.
— Ele vem para ajudar, mesmo seja muito novo. Eu tenho acompanhado alguns jogos dele, conheço ele como é dentro do campo e o pouco que dá para ver nele antes de vir para aqui, eu acho que ele vai ajudar muito. Mas a única coisa que posso pedir é paciência com ele, porque é difícil sair de casa sendo tão novo e vir para um time do tamanho do Flamengo, que é o maior do Brasil, um dos maiores times do mundo. Mesmo que ele esteja acostumado com essa pressão lá no River, eu acho que aqui vai ser diferente e a gente tem que ajudar ele a se achar rapidamente —, encerrou Rossi.













