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Boto compara gastos de Flamengo e Palmeiras e diz que rival tem obrigação maior por títulos

José Boto analisou a disputa entre Flamengo e Palmeiras e também questionou a quantidade de partidas no futebol brasileiro

José Boto, diretor do Flamengo
José Boto, diretor do Flamengo

O diretor de futebol do Flamengo, José Boto, comentou a rivalidade com o Palmeiras, que tem marcado a disputa pelo protagonismo no futebol brasileiro nos últimos anos. Na avaliação do dirigente português, o Alviverde possui uma responsabilidade ainda maior na busca por títulos, principalmente em razão dos investimentos realizados recentemente para formar o elenco.



Boto compara investimentos de Flamengo e Palmeiras

Durante entrevista à “ESPN”, Boto afirmou que Abel Ferreira adota uma estratégia de comunicação que pode não ser facilmente identificada por quem acompanha a situação de fora. O dirigente também destacou a diferença nos valores investidos pelos dois clubes desde sua chegada ao Flamengo.

“O Abel tem usado uma estratégia de comunicação que talvez seja difícil de perceber para quem está fora. Eles (Palmeiras) gastaram quase o dobro do que eu gastei desde que cheguei. Dizer que os jogadores do Flamengo vêm de grandes clubes… O Vitor Roque jogou no Barcelona, o Andreas (Pereira) no Manchester United, o (Gustavo) Gómez jogou no Milan, esqueceram um pouco isso também”, disse em entrevista à “ESPN”.



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O português citou ainda jogadores que passaram por grandes equipes do futebol internacional para reforçar seu argumento. Entre os nomes mencionados estão Vitor Roque, que atuou no Barcelona, Andreas Pereira, que passou pelo Manchester United, e Gustavo Gómez, que defendeu o Milan.

Dirigente critica calendário do futebol brasileiro

Além da comparação entre os investimentos de Flamengo e Palmeiras, José Boto também falou sobre o excesso de partidas enfrentadas pelos clubes brasileiros. Para o diretor rubro-negro, o calendário atual prejudica todas as equipes e dificulta a manutenção de um desempenho constante durante a temporada.



“É impossível ser constante em um calendário como esse. Não há nenhum calendário parecido, em nenhuma parte do mundo, que tenha uma quantidade de jogos enorme, viagens”, contou o lusitano.

Boto, portanto, considera que a grande quantidade de jogos e as viagens são fatores que pesam diretamente na rotina dos clubes brasileiros e tornam mais difícil alcançar regularidade ao longo das competições.

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