Canal do Eu sou Flamengo no Whatsapp

CBF define árbitro para Supercopa, mas escolha gera polêmica entre Rubro-Negros

Ramon Abatti Abel, com histórico de decisões polêmicas contra o Flamengo, comandará a final

Árbitro Ramon Abatti Abel
Árbitro Ramon Abatti Abel

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou a escolha de Ramon Abatti Abel como árbitro para a decisão da Supercopa do Brasil, que será disputada entre Flamengo e Botafogo no próximo domingo (02), em Belém, no Pará. No entanto, a escolha do juiz levanta preocupações entre os torcedores rubro-negros devido a erros recentes que prejudicaram a equipe carioca.

Histórico de polêmicas contra o Flamengo

Em 2023, pelo Campeonato Brasileiro, Flamengo e Palmeiras empataram em 1 a 1 no Allianz Parque. O resultado poderia ter sido diferente caso Ramon Abatti Abel tivesse assinalado um pênalti claro, quando Richard Ríos empurrou Everton Ribeiro dentro da área, lance que passou despercebido pela arbitragem.

Erro até em goleada contra o Atlético-MG

Já no Brasileirão do ano passado, mesmo sem interferir no placar final, Ramon esteve envolvido em mais decisões polêmicas na vitória do Flamengo por 4 a 2 sobre o Atlético-MG, na Arena MRV. No decorrer da partida, Erick Pulgar sofreu uma rasteira dentro da área, mas a penalidade não foi marcada.

Outro lance contestado ocorreu quando Pedro sofreu um ‘agarrão’ de Mariano logo após aplicar um chapéu, mas o árbitro deixou o jogo seguir. Além disso, Ramon assinalou um pênalti de Allan em Eduardo Vargas, apesar do volante rubro-negro ter tocado na bola antes do contato com o adversário.

Diretoria do Flamengo criticou duramente a arbitragem

Após a partida, membros da diretoria do Flamengo se manifestaram de forma contundente contra as decisões do árbitro.

— Tivemos uma incrível vitória, contra um grande adversário, venho aqui para entender o critério do VAR. A comissão de arbitragem tem recebido nossa diretoria, tem um diálogo, mas novamente nosso time foi prejudicado. No nosso entendimento não foi pênalti do Allan. Nosso atleta toca primeiro a bola. No ato continuo do movimento, ele tem o contato com o adversário. O árbitro de campo não marcar e o VAR chama para marcar pênalti -, disse, na época, o então gerente técnico do Flamengo, Luiz Carlos.

— Quero entender o critério do VAR para a não marcação do pênalti do Erick. Não existe contato do adversário na bola. Nosso atleta toma rasteira, cai e o VAR não chama. Um jogo de alta intensidade, importante. Mais uma vez não entendemos o critério. Estamos aqui depois de uma vitória. Se falarmos depois de um resultado diverso vão dizer que foi muleta. O Flamengo se sente prejudicado e quer entender o critério do VAR -, acrescentou.

SHARE