O sonho do Flamengo de ter seu próprio estádio está cada vez mais próximo de se concretizar. No entanto, mesmo com esse projeto em andamento, o clube divide a administração do Maracanã com o Fluminense até 2044. Sobre a possível concorrência entre as duas arenas, Dilson Motta, diretor comercial do Maracanã, afirmou que o novo estádio não trará impactos financeiros ao “Templo Sagrado”.
— Não sentimos esse impacto e acredito que não vai ter nos próximos anos, a curto e médio prazo. O Maracanã tem uma grande vantagem que é um nome já consolidado. Torço que dê muito certo o estádio do Flamengo e não vejo como possa prejudicar o Maracanã — declarou.
Dilson também destacou a importância histórica do Maracanã no futebol mundial:
— Em qualquer lugar do planeta em que você fala de estádio de futebol, um dos primeiros nomes que é citado é o do Maracanã. Torço e faço votos que fique bacana o estádio do Flamengo, mas o Maracanã vai continuar sendo sempre o Maracanã e sempre terá grandes jogos — completou em entrevista ao portal ‘Uol’.
Concessão do Maracanã
Em setembro de 2024, Flamengo e Fluminense garantiram a administração conjunta do Maracanã por um período de 20 anos, válido até 2044. Nesse acordo, o Flamengo possui 65% da participação econômica, enquanto o Fluminense detém 35%. A concorrência pela concessão envolveu também o consórcio ‘Maracanã Para Todos’, formado pelo Vasco e a WTorre.
Mudança de planos na inauguração do estádio
Embora a gestão de Rodolfo Landim tenha definido a inauguração do estádio do Flamengo para 15 de novembro de 2029, Luiz Eduardo Baptista, o BAP, pode adiar a data. O atual presidente do clube contratou a empresa Arena Events+Venus para reavaliar a viabilidade do projeto no terreno do Gasômetro.
Investimento no terreno
Para adquirir o terreno do Gasômetro, o Flamengo desembolsou inicialmente R$ 138,2 milhões à vista e mais R$ 7,8 milhões após a realização de uma perícia. Além disso, o clube precisou pagar outros R$ 23 milhões após um acordo firmado com a Caixa Econômica Federal.













