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Filipe Luís atinge marca expressiva e mostra evolução do Flamengo em relação a Tite

Após 60 jogos, números comprovam crescimento ofensivo e defensivo sob comando do atual técnico

Filipe Luís e Tite no Flamengo
Filipe Luís e Tite no Flamengo

Ao alcançar 60 partidas oficiais à frente do Flamengo na recente vitória por 1 a 0 sobre o Internacional, pela Libertadores, o técnico Filipe Luís não apenas celebrou um marco pessoal, como também apresentou, em números, uma clara evolução da equipe em comparação ao período comandado por Tite.



O desempenho melhorou de forma significativa em quase todos os indicadores, tanto ofensivos quanto defensivos. Uma das principais marcas dessa nova fase é a solidez defensiva: sob a liderança de Filipe Luís, o time terminou 36 dos 60 jogos sem sofrer gols, o que representa 60% das partidas.

No recorte anterior — que inclui 58 jogos sob Tite e dois com o interino Mario Jorge — a equipe havia mantido a meta intacta em 29 oportunidades (48,3%). A média de gols sofridos caiu de 0,7 para 0,57 por partida, refletindo maior organização tática. Os dados são do “ge”.



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No ataque, a melhora também é expressiva. O Flamengo de Filipe Luís marcou 102 gols contra 93 no período anterior, elevando a média de 1,55 para 1,7 por jogo. Além disso, os jogos sem gols caíram de 12 para apenas oito, o que significa que em 86,7% das partidas a torcida pôde comemorar ao menos uma bola na rede.

Essa combinação de ataque mais eficiente e defesa segura resultou em um saldo de gols de 68, contra 51 no recorte anterior. O aproveitamento geral do treinador é de 40 vitórias, 14 empates e apenas 6 derrotas — cerca de 75% — sustentando a liderança rubro-negra no Brasileirão.



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Ataque apresenta leve queda após Mundial de Clubes

Apesar dos números consistentes, o setor ofensivo teve desempenho mais modesto após a disputa da Copa do Mundo de Clubes. Em 10 partidas, o Flamengo marcou 11 gols, mas manteve a consistência defensiva, fator crucial para os próximos desafios.

Líder do Brasileirão, o time volta a enfrentar o Internacional, desta vez pelo campeonato nacional, antes do decisivo jogo de volta da Libertadores. A vitória por 1 a 0 no Maracanã obriga o adversário gaúcho a vencer por dois gols de diferença para eliminar o Rubro-Negro, algo que só aconteceu duas vezes na era Filipe Luís: nas derrotas para o Fluminense (2 a 0) e para o Bayern de Munique (4 a 2).



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