O empate em 0 a 0 entre Flamengo e Cruzeiro, nesta quinta-feira (2), no Maracanã, não foi apenas mais um capítulo do Brasileirão. A partida marcou também o primeiro aniversário de Filipe Luís como treinador rubro-negro. O técnico celebrou o feito, destacou sua evolução no cargo e classificou o confronto direto como um verdadeiro prêmio pela data especial.
“Bom, verdade, um ano hoje, sensações incríveis naquele primeiro jogo. Desde então, cada vez mais e mais emoções, sensações diferentes, experiências. Venho melhorando, aprendendo muito, estudando muito para continuar evoluindo. Não paramos de aprender nesse trabalho aqui, todo dia é uma experiência nova”, declarou o treinador.
Duelo de alta intensidade
Filipe Luís fez questão de valorizar o nível do jogo contra a equipe mineira e o embate estratégico com o técnico Leonardo Jardim. Para ele, o confronto foi digno de topo de tabela e mostrou padrão europeu de intensidade.
“Estou muito feliz, já falei em outras ocasiões onde eu estou, estou muito feliz de estar liderando esse grupo de jogadores. E acho que foi um prêmio viver um jogo desse nível hoje do banco de reservas.”
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“Foi um jogo altamente tático, muito estudado pelas duas partes, foi um jogo muito intenso, mas na intensidade europeia e difícil quando é primeiro contra segundo até então, é claro, sempre é altíssimo nível e a balança sempre pode prender para qualquer um dos lados.”
Com o resultado, o Flamengo chegou a 55 pontos, mantendo a liderança isolada. O Cruzeiro aparece quatro pontos atrás, enquanto o Palmeiras segue na cola, a três pontos de distância.
Explicação sobre as substituições
Questionado sobre suas escolhas ofensivas, Filipe Luís detalhou a estratégia por trás das mudanças. Apenas Gonzalo Plata permaneceu em campo os 90 minutos, enquanto Samuel Lino, Arrascaeta e Carrascal foram substituídos.
“O Cruzeiro é o time que joga com a linha mais alta do campeonato, e foi assim no jogo de ida. Muitas vezes, se você não incomoda essa linha, você fica no seu campo o jogo todo. Então, a opção foi puramente estratégica pelo plano de jogo, todas elas. Talvez era um jogo para o Wallace. Mas eu optei pelo Pedro porque acreditava que, por onde estávamos entrando, que o Pedro poderia chegar para finalizar essa bola dentro da área.”
Mergulhe na História Rubro-Negra:
“Naquele momento do jogo, eu pude tirar o Arrascaeta e o Carrascal. O Plata continuava fazendo os mesmos movimentos, até mesmo porque, para mim, tanto o Plata quanto o Carrascal foram os melhores do time. Estava difícil de tirar porque o time estava bem, e um jogo muito equilibrado. O nível tático alto e qualquer mudança tem uma consequência, tanto é que o treinador deles também não trocava”, concluiu.
Próximo desafio
O Flamengo volta a campo no domingo (5), quando enfrenta o Bahia na Arena Fonte Nova, pela 27ª rodada do Brasileirão.













