Mesmo diante de uma maratona de partidas, a dupla Léo Ortiz e Léo Pereira permanece como titular no sistema defensivo do Flamengo. A justificativa principal, segundo Filipe Luís, vai além do bom desempenho: o treinador revelou que evita fazer alterações na zaga em confrontos de maior exigência.
Na coletiva após a derrota para o Atlético-MG, Filipe foi questionado sobre a ausência de oportunidades para os jovens João Victor e Cleiton em jogos de maior peso. O técnico foi direto ao explicar sua decisão, apontando que utilizá-los em um duelo tão difícil seria, na visão dele, uma injustiça com os atletas.
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“A zaga é um lugar delicado. Não gosto de me mexer na última linha. Tento mexer o menos possível. E hoje, pensando nesse desgaste desses dois jogadores, existe também o adversário. Um adversário que nos gera muitas dificuldades e muitos problemas na nossa última linha. E eu achei que não seria justo que os dois meninos jogassem esse jogo.”, disse Filipe Luís.
Dificuldade imposta pelo Atlético-MG pesou na decisão
O treinador rubro-negro destacou que a força ofensiva do adversário foi fator determinante para a manutenção dos titulares. Filipe ainda indicou que João Victor e Cleiton seguem nos planos e podem aparecer já nos próximos compromissos, como contra o Ceará ou no jogo de volta da Copa do Brasil.
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“Por mais que, claro, todo mundo pensa que todos podem jogar porque são da base, mas eu acredito que na zaga é uma situação mais delicada pela importância e a dificuldade que o jogo hoje com Hulk, Rony e Cuello iria gerar na nossa última linha. Por isso optei por continuar com eles. São fortes, são jovens e estão bem. Mas, se precisar, contra o Ceará, ou até mesmo na volta, eu sei que tem o João e o Cleiton.”, finalizou o treinador.
O próximo compromisso do Flamengo será neste domingo (6), quando enfrenta o Ceará fora de casa pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube carioca busca manter a liderança da competição mesmo jogando longe de seus domínios.













