No último sábado (08), completaram-se seis anos da tragédia no Ninho do Urubu, e o Flamengo prestou homenagens às vítimas durante o clássico contra o Fluminense. O duelo, que terminou empatado em 0 a 0, foi marcado por tributos aos dez jovens que perderam a vida no incêndio ocorrido no CT do clube. Após a partida, o técnico Filipe Luís fez questão de reforçar a importância da lembrança e do respeito à memória dos Garotos do Ninho.
— É uma data que temos que lembrar. Eu jamais vou esquecer. Não estava aqui, mas sinto a presença desses meninos no Ninho. Hoje de manhã (sábado, 08) falei com dois pais, do Bernardo e do Cristian, e há uma conexão. É importante que eles sejam lembrados. É importante saber que o clube lembre desse assunto. Não podemos esquecer. Os meninos vieram aqui atrás de um sonho e não saíram. É muito triste. A torcida sempre lembra e é importante -, disse.
Marcas da memória no clássico
Para homenagear os jovens, o Flamengo entrou em campo com um patch especial no uniforme, estampando a mensagem “Nossos 10!”. Além disso, uma exibição no telão do Maracanã convidou a torcida a se juntar ao tributo aos eternos Garotos do Ninho.
Ainda na manhã de sábado (08), o clube organizou um culto ecumênico no CT Rubro-Negro, dedicado às vítimas e com presença restrita a familiares, funcionários e dirigentes. Filipe Luís esteve presente no evento, reforçando o compromisso com a memória dos jovens atletas.
Os eternos Garotos do Ninho
Os dez jovens que perderam suas vidas na tragédia do Ninho do Urubu seguem eternizados na memória do Flamengo e de sua torcida: Athila Paixão, Arthur Vinícius, Bernardo Pisetta, Gedson Santos, Pablo Henrique Matos, Christian Esmério, Jorge Eduardo Santos, Samuel Thomas Rosa, Vitor Isaías e Rykelmo de Souza Vianna.
O legado deixado por eles se mantém vivo no clube, e a promessa do Flamengo continua: “O Flamengo vai jogar pra sempre por vocês…”













