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Flamengo se consolida como líder da América Latina em domínio ofensivo

Estudo do CIES mostra Rubro-Negro no topo em passes no último terço do campo

Jorginho em campo no empate do Flamengo com o Ceará - FOTO: GILVAN DE SOUZA/Flamengo
Jorginho em campo no empate do Flamengo com o Ceará - FOTO: GILVAN DE SOUZA/Flamengo

A dominância rubro-negra sobre os rivais ganhou respaldo estatístico. Segundo levantamento do Observatório de Futebol do CIES, o Flamengo é o clube da América Latina que mais acerta passes no último terço do campo, índice que o coloca como a equipe mais dominante do continente.



Números que comprovam a liderança

O time de Filipe Luís registra, em média, 122,2 passes corretos por jogo na zona ofensiva. O número deixa o Mengão com folga na liderança do ranking. O segundo colocado é o Cruz Azul, do México, com 105,8, seguido pelo Deportivo Saprissa, da Costa Rica, com 103,0.

Entre os brasileiros, apenas Bahia (5º lugar, 94,3 passes) e Vasco (8º lugar, 90,7 passes) aparecem na lista. O dado reforça a superioridade rubro-negra em manter a posse e ocupar o campo rival.

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Top-10 da América Latina em passes no último terço

Flamengo (BRA) – 122,2

Cruz Azul (MEX) – 105,8

Deportivo Saprissa (CRC) – 103,0

Chivas Guadalajara (MEX) – 102,4

Bahia (BRA) – 94,3

LDU Quito (ECU) – 93,2

Monterrey (MEX) – 93,2

Vasco (BRA) – 90,7

Universidad de Chile (CHI) – 89,7

Colo-Colo (CHI) – 89,5



Desempenho recente do Mengão

Na goleada por 8 a 0 sobre o Vitória, o Flamengo superou a própria média, registrando 180 passes no último terço. Já no empate contra o Grêmio, foram 147 passes na mesma faixa do campo, números que evidenciam o padrão ofensivo mesmo diante de resultados distintos.

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Comparação com clubes da Europa

Apesar da liderança regional, os números da América Latina ainda estão distantes dos grandes times europeus. O PSG, por exemplo, lidera com impressionantes 356,7 passes no último terço, seguido por Real Madrid (265,9) e Barcelona (217,4).

O contraste reflete diferenças de ritmo de jogo, estilo tático e critérios de arbitragem, que permitem maior fluidez nas competições do Velho Continente.



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