O Flamengo venceu o Internacional no jogo de ida das oitavas da Libertadores, em um confronto que, para o jornalista Gian Oddi, refletiu de forma clara o estilo característico do time em 2025.
Segundo Gian Oddi, a equipe comandada por Filipe Luís apresenta um padrão de atuação que se repete com frequência ao longo da temporada, com jogos que seguem praticamente o mesmo roteiro.
“Para o bem e para o mal, esse foi um típico jogo do Flamengo de 2025. Tudo, tudo exatamente como costumam ser os jogos do Flamengo”, disse Gian Oddi.
O jornalista destacou que esse padrão vai desde o controle da posse de bola até a solidez defensiva, além de um aproveitamento marcante nas bolas paradas, que têm resultado em gols importantes para o time.
“Por que eu estou falando isso? Muito mais volume de jogo do que o adversário. É algo comum a todos os jogos do Flamengo. Talvez um número de chances inferior a este volume, na proporção. Também é algo comum a todos os jogos do Flamengo. Muita segurança defensiva e poucas chances criadas pelo adversário. Comum a todos os jogos do Flamengo. Definição, numa bola parada. Comum a muitos jogos do Flamengo. E acho que o mais importante, para o torcedor e para o Filipe Luís, a vitória. Também tem sido muito comum. Ou seja, o filme é repetido”, definiu.
No duelo de ida contra o Internacional, o Flamengo dominou amplamente a primeira etapa, mas teve queda de rendimento na segunda, deixando a sensação de que poderia ter encaminhado melhor a classificação.
LEIA TAMBÉM:
Com a vantagem mínima, o Mengão vai ao Beira-Rio na próxima semana em busca da vaga nas quartas de final.
Filipe Luís explica queda de rendimento no segundo tempo
O Flamengo fez um primeiro tempo intenso, com pressão alta, controle das ações e criação de diversas chances, culminando no gol de Bruno Henrique. Apesar disso, o placar magro não refletiu o domínio apresentado.
No segundo tempo, a postura da equipe mudou, e Filipe Luís apontou os motivos em entrevista coletiva.
“Fizemos um grande primeiro tempo, o jogo funcionou perfeitamente. Infelizmente, só fizemos um gol. E não voltou diferente, voltou igual, com a mesma formação. O Inter voltou diferente. Hoje, eu acredito que muito tenha sido erros técnicos individuais, onde nos tiraram o domínio e o controle. Tiveram que fazer nosso time correr. O time ficou mais espaçado, não conseguimos sair, tivemos dificuldades. E cada vez que recuperávamos a bola, éramos extremamente verticais. Não tivemos essa paciência”, explicou.
Mergulhe na História Rubro-Negra:













