A rivalidade entre Flamengo e Palmeiras voltou a ganhar força nos bastidores, mesmo sem confronto em campo no último fim de semana. Após uma nova troca de notas oficiais entre os clubes, o meia Maurício, da equipe paulista, foi questionado sobre o ambiente criado pela disputa entre as diretorias e reconheceu que existe uma grande pressão externa, embora tenha garantido que isso não afeta o grupo comandado por Abel Ferreira.
“Não entrou no vestiário (a troca de notas). É uma pressão externa muito grande, tanto de mídia quanto entre os clubes, mas não entrou e não pode entrar no vestiário. Não pode nos tirar o foco, nos prejudicar”
A declaração foi dada na zona mista após a vitória do Palmeiras sobre o Fortaleza, no domingo (02), pela Copa do Brasil.
Entenda a nova troca de acusações entre os clubes
No último sábado (01), o Palmeiras publicou uma nota oficial criticando o fato de Maurício ter sido denunciado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em razão da cotovelada aplicada no rosto de Cacá, do Vitória, durante a rodada mais recente do Campeonato Brasileiro.
LEIA TAMBÉM:
Na jogada, o defensor da equipe baiana precisou levar cinco pontos no queixo, enquanto o meia palmeirense foi punido apenas com cartão amarelo.
Ao defender o jogador, o Palmeiras mencionou o Flamengo e citou um suposto “lance idêntico” envolvendo Erick Pulgar contra o Internacional, também pelo Brasileirão, destacando que o volante chileno não precisará ser julgado pelo STJD.
Ainda no sábado (01), o Rubro-Negro respondeu oficialmente às declarações feitas pelo clube presidido por Leila Pereira.
Abel Ferreira voltou a citar o Flamengo
A troca de notas não foi o único episódio envolvendo os clubes. No domingo (02), após o duelo entre Palmeiras e Fortaleza, o técnico Abel Ferreira voltou a mencionar o Flamengo durante entrevista coletiva.
Na ocasião, o treinador português voltou a minimizar o tetracampeonato da Libertadores conquistado pelo Rubro-Negro, afirmando que a decisão do torneio ainda representa um episódio que considera mal resolvido e colocando um “asterisco” sobre a conquista obtida justamente diante da equipe paulista.
— A final da Libertadores do ano passado é um asterisco que não vou apagar enquanto estiver aqui. Já até confrontei o árbitro, perguntei por que não viu o que todos viram. Vivemos num mundo de homens, sabemos que há defeitos e virtudes, eu mesmo tenho várias. Se quisermos ser todos direitinhos, vamos todos ao Vaticano —
A declaração foi feita por Abel Ferreira durante a coletiva concedida após a vitória do Palmeiras sobre o Fortaleza.
Mergulhe na História Rubro-Negra:













