Com mais um gol em jogada de bola parada, o Flamengo garantiu a vitória sobre o Atlético-MG e assumiu a liderança do Brasileirão. O jornalista Alexandre Lozetti analisou esse diferencial rubro-negro, destacando a eficácia e o efeito dessas jogadas no desempenho da equipe.
Segundo ele, o Flamengo não depende exclusivamente da bola parada, como ocorre com outros clubes, mas vem tirando grande proveito dela nos últimos compromissos. O principal ganho, de acordo com Lozetti, está na capacidade de destravar partidas complicadas, especialmente contra adversários que atuam de forma mais defensiva.
Ao marcar primeiro, o Rubro-Negro passa a controlar melhor o duelo, valendo-se de sua superioridade técnica em relação à maioria dos times da competição.
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“Acho que o Felipe foi bem na entrevista depois do jogo. Quando ele disse que a bola parada é uma das fases do jogo. Às vezes a gente separa a bola parada… E de fato tem times que são mais dependentes dela mesmo. Mas ela desbloqueia alguns jogos. E a partir do momento que você faz 1 x 0. A sua superioridade em relação ao adversário começa a se destacar mais. E o Flamengo é superior à maioria dos adversários nesse campeonato. Você tem o placar ao seu favor, você condiciona o resto do jogo”, explicou Lozetti.
Filipe Luís destaca contribuição de Rodrigo Caio
Na entrevista coletiva pós-vitória sobre o Atlético-MG, o técnico Filipe Luís também falou sobre a importância das jogadas ensaiadas e da influência de Rodrigo Caio na comissão técnica.
“Bola parada é uma das fases do jogo, damos a importância que ela merece porque jogos bloqueados muitas vezes são desbloqueados na bola parada. E acreditamos que a chegada do Rodrigo Caio junto com toda a comissão tenham influenciado muito nessa potência. E os próprios jogadores acreditam e estão se sentindo poderosos outra vez na bola parada. Importante que eles sintam o gosto por isso e vejam sempre que resolve jogos”, destacou o treinador.
Lozetti elogia nova função de Rodrigo Caio no clube
Recém-aposentado dos gramados, Rodrigo Caio começou sua trajetória fora das quatro linhas no próprio Flamengo, clube onde é considerado ídolo. Após a saída de Daniel Alegria, o ex-zagueiro assumiu a responsabilidade pelas estratégias de bola parada e já mostra resultado expressivo.
Mergulhe na História Rubro-Negra:
Lozetti lamentou o fim precoce da carreira de Rodrigo como jogador, mas exaltou a rápida ascensão dele na comissão técnica rubro-negra.
“Temos de falar sobre o Rodrigo Caio. Que é um dos responsáveis pelas bolas paradas do Flamengo. Eu acho uma loucura o Rodrigo Caio sentado ali no banco de reservas comandando treinos de bola parada. Ele teve que parar precocemente por causa das lesões. É uma pena. Mas é muito bacana já vê-lo com protagonismo numa comissão técnica tão importante. De um grande clube. Hoje líder do Campeonato Brasileiro. E ele sendo festejado pelo sucesso das bolas paradas. Que é uma tendência mundial”, comentou Lozetti.













