O duelo entre Flamengo e Vitória, que terminou com a goleada histórica de 8 a 0, ficará marcado para sempre na memória da Nação Rubro-Negra. Para Pedro, a noite foi ainda mais especial: o camisa 9 marcou três vezes, chegou a 100 gols no Maracanã e se tornou o nono maior artilheiro da história do clube.
“A Casa do Inesquecível, hoje, vai ser inesquecível para mim. Vai ficar marcado para sempre, o dia em que pude marcar 100 gols no Maracanã. Quando era criança, como torcedor, nunca imaginei poder realizar esse sonho de jogar aqui, fazer gols pelo time do meu coração”, disse Pedro, emocionado após o apito final.
Superação em meio às dificuldades
O atacante destacou que o feito chega em um momento de retomada pessoal. Nesta temporada, Pedro chegou a perder espaço após questionamentos sobre rendimento nos treinos e rumores de possível saída. Mas, com fé e resiliência, respondeu dentro de campo.
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“Creio que tudo que acontece na minha vida tem um propósito, e só tenho que agradecer a Deus por cada fase, cada etapa que eu enfrento, cada desafio que eu passo. Isso serve para me amadurecer e crescer cada vez mais. Devolvo a honra e glória para Jesus, porque é ele que me sustenta”, reforçou o artilheiro.
Coletivo em destaque
Apesar de brilhar individualmente, Pedro fez questão de valorizar o desempenho de todo o time. Segundo ele, a goleada foi resultado da união e concentração da equipe do início ao fim.
Mergulhe na História Rubro-Negra:
“Agora, é continuar trabalhando para conquistar ainda mais com essa camisa. Hoje foi mérito total da equipe também, que fez um belo jogo. Como eu falei, o jogo foi bom de toda a equipe, do goleiro ao ataque. Estávamos muito bem hoje, graças a Deus”, acrescentou.
Relembrando os três gols
Sem conseguir assistir aos lances no telão, Pedro descreveu de memória cada um dos tentos marcados diante do Vitória.
“No primeiro, ameacei chutar e dei o drible. Vi o goleiro saindo e pude dar uma cavada de esquerda. No segundo, o Samuel Lino me achou, girei rápido e bati na saída do goleiro. No terceiro, dei o elástico e vi o goleiro saindo, pude cavar com a perna direita”, contou.













