A derrota por 1 a 0 para o Atlético-MG no Maracanã, na última quinta-feira (31), em duelo válido pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, gerou forte repercussão entre torcedores e analistas. Um dos mais contundentes foi Renato Maurício Prado, que usou suas redes sociais para criticar duramente o desempenho do Flamengo e apontar o diretor de futebol José Boto como o responsável pelos rumos táticos da equipe.
Segundo RMP, o trabalho de Filipe Luís vem sendo negativamente influenciado por Boto.
“Esse cara teve o desplante de criticar os times de Jorge Jesus porque, na opinião dele, levavam muitos gols. E está fazendo a cabeça do Filipe pra incentivar essa roda de bobo no meio, sem objetividade alguma”.
Para o jornalista, o atual Flamengo apresenta um futebol burocrático e estéril, distante do estilo agressivo e envolvente que marcou o time em temporadas anteriores. Ele traçou um paralelo entre o momento atual e os períodos sob o comando de Tite e Jorge Sampaoli.
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“O importante é o atacante marcar o adversário e não fazer gols. Por isso, o Fla volta a parecer o time de Tite e Sampaoli. Os atacantes não arriscam. Para não perder a bola e gerar contra-ataques”.
Plata é alvo de comparação inusitada
O desempenho de Gonzalo Plata também foi criticado por Renato. O atacante equatoriano, que esteve em campo diante do Galo, foi citado como símbolo da proposta que vem sendo adotada pela equipe.
“Um Fio Maravilha piorado que parece ter aversão ao gol. Mas marca que é uma beleza!”.
Ao mesmo tempo, o comentarista fez elogios à estreia de Samuel Lino com a camisa rubro-negra, destacando a entrega do jogador nos minutos em que atuou, mas demonstrando preocupação com o impacto que o atual sistema de jogo pode ter sobre o novo reforço.
“Se encherem a cabeça dele com a ideia de marcar lateral adversário, será um crime contra o bom futebol”.
José Boto volta a ser o foco principal da crítica
Mergulhe na História Rubro-Negra:
Por fim, RMP reforçou sua preocupação com a influência de Boto nos bastidores e seu impacto sobre o novo treinador.
“Vive grudado em Filipe Luís e o está transformando em um pastiche de Tite ou Sampaoli e o afastando da filosofia inicial, calcada no trabalho brilhante de Jorge Jesus. Ele é o maior problema do futebol rubro-negro”.













