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Renato Maurício Prado critica chegada de Carrascal e dispara contra diretor: “Boto tem currículo desastroso”

Jornalista vê colombiano sem status de craque e cobra mudança de postura no departamento de futebol

José Boto diretor do Flamengo
José Boto diretor do Flamengo

Com o Flamengo prestes a oficializar a contratação do meia colombiano Jorge Carrascal, de 27 anos, vindo do Dínamo de Moscou, nem todos estão empolgados com o reforço que chega por 12 milhões de euros (cerca de R$ 77 milhões). Um dos críticos mais contundentes foi o jornalista Renato Maurício Prado, que também aproveitou para detonar o trabalho do diretor de futebol José Boto.



Segundo as informações apuradas, o valor da negociação será pago de forma parcelada e sem metas atreladas ao desempenho do atleta — algo que o Flamengo havia tentado incluir.

Ainda assim, a contratação não agradou RMP. Em vídeo publicado no YouTube, o jornalista afirmou que Carrascal está longe de ser um jogador de primeiro escalão. E, ao analisar o histórico do dirigente português, ele foi categórico:

“O currículo do Boto é desastroso. O Carrascal não é um jogador de elite, pode ser até que no Flamengo ele se consagre. Como exemplo, o Arias, antes do Fluminense, não era lá essas coisas. Há jogadores que não são exemplares em um país, mas se encaixam em outros”, declarou Renato.



Para RMP, o problema não está apenas na escolha de Carrascal, mas na filosofia de trabalho trazida por Boto ao Flamengo. O jornalista argumenta que, em clubes como Benfica e Shakhtar Donetsk, o dirigente atuava com uma mentalidade voltada para garimpar talentos baratos com potencial de revenda. No entanto, isso não funcionaria no cenário atual do rubro-negro, cuja prioridade é desempenho imediato.

“Agora, o Boto não tem uma característica de formar grandes times. De ir ao mercado e montar equipes com jogadores espetaculares. A cabeça dele, que ele tinha já no Benfica, era descobrir jogadores baratos, que se valorizariam e fariam o Benfica ganhar dinheiro”, criticou.

Mergulhe na História Rubro-Negra:

Na visão de RMP, o Flamengo vive um momento que exige soluções práticas e reforços com impacto direto no time titular. Por isso, ele defende que José Boto se adapte ao novo contexto.

“Essa cabeça não pode ser a mesma no Flamengo. Não é este o principal foco. O Flamengo não é um banco, tem que trazer jogador para performar. E rapidamente”, concluiu.



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