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Retorno de Gonzalo Plata obriga Jardim a cortar estrangeiro no Brasileirão

Com a volta do equatoriano após o negócio com o Dínamo de Moscou ser cancelado, Rubro-Negro chega a dez estrangeiros no elenco e terá de fazer escolhas nas partidas do Brasileirão.

Plata e Léo Jardim
Plata e Léo Jardim

Retorno de Plata muda cenário do Flamengo

A permanência de Gonzalo Plata no Flamengo, que não estava nos planos após a negociação com o Dínamo de Moscou, trouxe uma nova situação para o técnico Leonardo Jardim administrar. Com o atacante novamente integrado ao grupo, o elenco rubro-negro agora possui dez jogadores estrangeiros.



O número ultrapassa o limite permitido por partida nas competições organizadas pela CBF, o que significa que o treinador terá de fazer escolhas quando todos os atletas estiverem disponíveis.

A mudança aconteceu depois que a transferência de Plata para o clube russo não foi concretizada. O equatoriano havia viajado para a Rússia com o objetivo de passar pelos exames médicos e assinar o contrato, mas o Dínamo comunicou na terça-feira (1º) que o jogador não havia atingido os parâmetros médicos exigidos pela equipe.

Flamengo contratou reforços contando com saída de Plata

O retorno do atacante ganhou ainda mais importância porque o Flamengo havia planejado seus movimentos no mercado considerando que Plata deixaria o clube.



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Durante a atual janela de transferências, o Rubro-Negro contratou Anthony Valencia, também equatoriano, e Joaquín Freitas, argentino. As chegadas fizeram o número de jogadores estrangeiros do elenco aumentar justamente enquanto a saída de Plata era considerada encaminhada.

Com a permanência do equatoriano, o Flamengo passa a ter os seguintes atletas nascidos fora do Brasil: Rossi, Varela, Pulgar, De la Cruz, Saúl Ñíguez, Arrascaeta, Carrascal, Gonzalo Plata, Anthony Valencia e Joaquín Freitas.

Ao todo, são dez estrangeiros à disposição do clube.

Brasileirão permite nove estrangeiros por partida

O regulamento do Campeonato Brasileiro determina que cada equipe pode colocar na súmula no máximo nove jogadores estrangeiros por partida.



Dessa forma, se os dez atletas estiverem disponíveis para um determinado confronto, Leonardo Jardim terá obrigatoriamente que deixar pelo menos um estrangeiro fora da relação.

A situação, porém, é diferente na Libertadores. Na competição continental, não há essa mesma limitação, permitindo que o Flamengo utilize normalmente todos os seus jogadores estrangeiros.

Problema só acontece quando os dez estiverem disponíveis

Apesar de ter ultrapassado o limite permitido por jogo, o Flamengo não precisa excluir nenhum estrangeiro do elenco. A regra diz respeito exclusivamente aos jogadores que podem ser relacionados em cada partida, e não ao tamanho do grupo de atletas estrangeiros do clube.

Mergulhe na História Rubro-Negra:

Assim, a comissão técnica poderá escolher livremente quais jogadores serão incluídos na súmula de cada compromisso.

Na prática, a necessidade de fazer um corte só surgirá quando os dez estrangeiros estiverem simultaneamente aptos e disponíveis. Situações como lesões, suspensões ou mesmo opções técnicas podem reduzir o número de jogadores estrangeiros à disposição e evitar que o limite seja atingido.

Jardim ganha mais uma escolha para administrar

O histórico recente de problemas físicos de jogadores como De la Cruz também pode fazer com que Leonardo Jardim não seja obrigado a lidar com essa decisão em grande parte dos jogos. Caso algum estrangeiro esteja lesionado ou indisponível, o número de atletas aptos naturalmente poderá ficar abaixo do limite estabelecido.

Ainda assim, com Plata novamente integrado ao elenco, o treinador passa a ter uma nova questão para administrar. Quando todos os jogadores estiverem disponíveis, Jardim precisará escolher qual estrangeiro ficará fora da relação no Brasileirão.

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