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Flamengo mostra força nas bolas paradas com trabalho de Rodrigo Caio na comissão técnica

Equipe rubro-negra já balançou as redes 8 vezes em jogadas ensaiadas desde a chegada do ex-zagueiro

Novo auxiliar técnico fixo do Flamengo, Rodrigo Caio já trabalha no Ninho do Urubu
Novo auxiliar técnico fixo do Flamengo, Rodrigo Caio já trabalha no Ninho do Urubu

Na vitória por 2 a 1 sobre o Red Bull Bragantino, na última quarta-feira (23), o Flamengo virou o jogo com um gol de cabeça de Léo Pereira, após cobrança de falta de Arrascaeta. O lance não apenas garantiu o triunfo histórico — o primeiro como visitante contra o Bragantino — como também reforçou a evolução nas jogadas de bola parada desde a entrada de Rodrigo Caio na comissão técnica rubro-negra.



Desde que assumiu a nova função em maio de 2025, o ex-zagueiro tem colaborado diretamente com o setor, o que já gerou números expressivos: o Flamengo marcou 8 gols em lances de bola parada e sofreu apenas 1 em 14 partidas — e esse ainda foi um gol contra, de cabeça de Pulgar, no confronto com o Bayern de Munique.

A melhora nesse aspecto do jogo vem sendo construída de forma coletiva. Como explicou Filipe Luís, a responsabilidade das bolas paradas foi dividida entre os analistas e Rodrigo Caio, que substituiu Daniel Alegria na comissão técnica. A mudança trouxe frutos tanto no ataque quanto na defesa.

Dos 8 gols gerados por jogadas de bola parada nesse período, apenas dois foram oriundos de pênaltis: um convertido por Arrascaeta contra o Palmeiras e outro por Jorginho diante do Bayern. Os outros seis surgiram em escanteios e faltas alçadas na área. Jogadores como Léo Pereira, Danilo e Pedro têm se destacado na execução desses lances ensaiados no Ninho do Urubu.



As duas vitórias mais recentes foram decididas justamente com esse tipo de jogada: Pedro marcou contra o Fluminense e Léo Pereira foi decisivo diante do Bragantino.

Veja os gols do Flamengo em jogadas de bola parada desde maio de 2025, com Rodrigo Caio na comissão técnica:

– Gol contra de Ortiz (LDU) – falta alçada (Libertadores – 15/05)

– Danilo (Botafogo-pb) – escanteio (Copa do Brasil – 21/05)

– Arrascaeta (Palmeiras) – pênalti (Brasileirão – 25/05)

– Léo Pereira (Deportivo Táchira) – escanteio (Libertadores – 28/05)



– Danilo (Chelsea) – escanteio (Mundial – 20/06)

– Jorginho (Bayern) – pênalti (Mundial – 29/06)

– Pedro (Fluminense) – escanteio (Brasileirão – 20/07)

– Léo Pereira (Red Bull Bragantino) – falta lateral (Brasileirão – 27/07)

Gol contra sofrido:

– Pulgar (contra), a favor do Bayern de Munique – escanteio desviado (Mundial – 29/06)

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A lista considera apenas os lances tradicionais de bola parada: escanteios, pênaltis e faltas laterais. Não entram na conta jogadas como a do gol do Red Bull Bragantino, que saiu a partir de uma movimentação ensaiada com a bola em jogo desde a defesa.



Mudança no comando e resultados concretos

Filipe Luís explicou que a reformulação foi pensada justamente para melhorar esse tipo de situação: “Está ajudando também nas bolas paradas junto com o Marcinho, nossos analistas. As jogadas foram preparadas e treinadas”, comentou o treinador, ao justificar a saída de Daniel Alegria e a chegada de Rodrigo Caio.

A influência do novo auxiliar vai além da teoria. Luiz Araújo revelou que o gol marcado diante do Deportivo Táchira foi fruto direto do trabalho com Rodrigo:

Mergulhe na História Rubro-Negra:

“O Rodrigo Caio, desde que chegou, vem nos ajudando muito. Sempre fazemos algumas jogadas. Sabíamos que eles marcavam individual, então o Léo ficou atrás e conseguiu atacar”, contou o atacante.

A fala confirma que as jogadas são criadas com base no estilo de marcação dos adversários, mostrando uma evolução clara no preparo estratégico da equipe.

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