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Rossi fala sobre altitude antes de duelo do Flamengo na Libertadores e explica gols sofridos

Goleiro Rossi projeta jogos contra Del Valle e Botafogo e analisa fase defensiva do Flamengo

Rossi, goleiro do Flamengo
Rossi, goleiro do Flamengo

O goleiro Rossi conversou com os jornalistas nesta quinta-feira (27), depois da atividade realizada pelo Flamengo, e abordou diferentes assuntos relacionados ao momento da equipe. Entre os temas, esteve o confronto com o Independiente Del Valle, pelas quartas de final da Libertadores.



Altitude não preocupa Rossi

Mesmo com a partida de ida acontecendo no Equador, em um cenário de altitude, Rossi tratou o fator como algo que o Flamengo já conhece. O goleiro destacou a experiência acumulada pela equipe em partidas anteriores disputadas nessas condições e demonstrou confiança de que o time poderá controlar o jogo.

“Já fizemos jogos na altitude, contra a LDU, na fase de grupos. Bolívar, nos anos anteriores. Teve Cusco esse ano. Temos essa experiência de como jogar na altitude. O Del Valle está numa fase muito boa, muitas vitórias. Será um jogo muito importante. Libertadores não tem jogo fácil. Temos que propor o jogo, na altitude, frio, calor ou o que seja”, comenta Rossi.

O camisa 1 também falou sobre o clássico diante do Botafogo, marcado para domingo (30). Apesar da fase vivida pelo adversário, Rossi ressaltou que a prioridade deve ser o próprio desempenho do Flamengo.

“Seja fase boa ou ruim, é clássico. Será um jogo muito importante. Eles vêm em uma má fase, mas não gosto de falar dos adversários, temos que fazer nosso trabalho, nosso melhor, para chegar na melhor forma física, técnica e tática no jogo”, comenta.



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Rossi analisa gols sofridos pelo Flamengo

O goleiro também foi questionado a respeito das críticas que vem recebendo dos torcedores ao longo de 2026. Ao comentar os gols sofridos recentemente, Rossi afirmou que algumas finalizações de longa distância não podem ser classificadas como falhas, pois são chutes complicados para qualquer goleiro. Ao mesmo tempo, reconheceu que pequenos detalhes de posicionamento podem ter influenciado no gol marcado pelo Cruzeiro.

“No último gol, um mínimo ajuste de 5cm faz a diferença. Mas são detalhes que às vezes não dá para perceber no jogo. Se todo gol de fora da área for falha… Tem muita coisa para analisar, cada chute de fora da área é diferente. São chutes muito difíceis”, afirma.

Defesa também depende do coletivo

Rossi lembrou que o Flamengo apresentou grande consistência defensiva na temporada passada, quando terminou com a melhor defesa. Para o goleiro, entretanto, a proteção da meta não depende exclusivamente dos jogadores do setor defensivo, já que todo o time precisa contribuir na marcação.



“Essa fase também conta, ano passado tivemos a melhor defesa. Fizemos parte dos títulos. Mas isso é o coletivo também. Temos que ajustar jogo a jogo. Cada time ataca diferente. No final do jogo, tem muitas desconcentrações”, conclui.

Próximos desafios

O Flamengo terá uma sequência importante pela frente. Primeiro, o time encara o Botafogo no domingo (30), pelo Brasileirão. Depois, a equipe terá pela frente o Independiente Del Valle, em duelo pela Libertadores, competição na qual o adversário chega em uma fase positiva e com muitas vitórias.

Para Rossi, a experiência acumulada pelo elenco em jogos disputados na altitude será importante para que o Flamengo consiga lidar com as condições encontradas no Equador.

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