Canal do Eu sou Flamengo no Whatsapp

Leonardo pode retornar ao Flamengo? Ex-lateral atua como mediador em negociação por José Boto

Ex-lateral do Flamengo desempenha papel de mediador em negociações e mantém vivo o sonho de retornar ao clube como dirigente.

Leonardo, dirigente do PSG
Leonardo, dirigente do PSG

Rumores sobre Leonardo, ex-lateral formado no Flamengo, assumir um cargo de dirigente no clube são recorrentes. Desta vez, o ex-jogador aparece nos bastidores auxiliando Luiz Eduardo Baptista (Bap), novo presidente do Rubro-Negro, em uma importante negociação.

De acordo com o jornalista Matheus Leal, do canal “Manifesto Rubro-Negro”, Leonardo tem desempenhado o papel de mediador para facilitar a contratação de José Boto pelo Flamengo.

No início da campanha de Bap, Leonardo chegou a ser cotado para liderar o departamento de futebol caso o presidente fosse eleito. Contudo, o cenário mudou durante o processo eleitoral, e José Boto se tornou o principal nome almejado para o cargo.

Apesar de continuar oferecendo suporte a Bap, não há indícios de que Leonardo venha a ocupar uma posição oficial na nova gestão do clube.

O sonho de Leonardo: retornar ao Flamengo

Leonardo já expressou publicamente seu desejo de voltar ao Flamengo como diretor. Revelado nas categorias de base do clube, o ex-jogador e técnico de Milan e Internazionale revelou que considera frustrante a ideia de encerrar sua trajetória sem contribuir diretamente com o Rubro-Negro.

“Gostaria, um dia, como diretor, não sei, mas gostaria de realizar alguma coisa no Flamengo. Se eu morrer sem fazer, vou morrer frustrado. Mas é difícil saber o que vai acontecer. O Flamengo é eternamente o Flamengo”, declarou Leonardo em entrevista durante o Jogo das Estrelas de 2023, organizado por Zico.

Leonardo tem uma trajetória marcante no Flamengo. Foi campeão da Copa União em 1987 e da Copa do Brasil em 1990. No total, ele vestiu o Manto Sagrado em 178 partidas, marcando 10 gols. Além disso, o ex-lateral conquistou o título de campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1994.

SHARE