O Flamengo e o Juventude entram nos ajustes finais para o jogo válido pela 23ª rodada do Brasileirão, marcado para domingo, às 16h, no estádio Alfredo Jaconi. O time carioca chega embalado na liderança, enquanto a equipe gaúcha convive com baixas relevantes e dúvidas em setores decisivos.
Desfalques preocupam Carpini
O treinador Thiago Carpini não terá dois nomes fundamentais: Batalla e Giraldo. Ambos receberam o terceiro cartão amarelo e estão suspensos. Para complicar, o zagueiro Abner sofreu uma lesão muscular na coxa e também está fora da partida.
A ausência de Batalla é a mais sentida pelo comandante. A tendência é que Igor Formiga atue de forma mais avançada pelo lado direito, repetindo a estratégia usada contra Vitória e Ceará, priorizando a marcação e as linhas compactas para tentar reduzir o impacto ofensivo rubro-negro.
Alternativas táticas
Outra possibilidade analisada por Carpini é a alteração de esquema. Existe chance de Nenê ser escalado como titular no meio-campo, o que abriria disputa entre Igor Formiga e Veron na faixa direita. Já Ênio, que possui características semelhantes a Batalla, aparece como opção mais distante.
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O provável time do Juventude para enfrentar o Flamengo tem: Jandrei; Reginaldo, Luan Freitas, Wilker Ángel e Marcelo Hermes (ou Alan Ruschel); Caíque, Jadson e Mandaca; Igor Formiga (ou Veron), Veron (ou Nenê) e Taliari.
Reforços e retornos
O treinador também terá novidades positivas. Lucas Fernandes e Gilberto voltaram a treinar com o elenco, e o recém-contratado Negueba, vindo do Maringá, deve ser relacionado pela primeira vez. Apesar disso, dificilmente começarão jogando, já que ainda não apresentam ritmo considerado ideal.
Mergulhe na História Rubro-Negra:
Histórico negativo contra o Flamengo
Além dos problemas internos, Carpini carrega um retrospecto incômodo. O técnico já enfrentou o Flamengo quatro vezes em sua carreira e nunca venceu, acumulando três derrotas e um empate. Essa invencibilidade rubro-negra diante do treinador reforça o favoritismo do time carioca.
As derrotas aconteceram quando Carpini comandava Vitória e São Paulo. À frente do Vitória, perdeu duas vezes por 2 a 1, tanto no Barradão quanto no Maracanã, e empatou em 2 a 2 fora de casa. Já no São Paulo, foi novamente superado pelo placar de 2 a 1 no Maracanã.













