
Após o empate em 1 a 1 entre Flamengo e Internacional, nesta quarta-feira (4), no Maracanã, pela segunda rodada do Brasileirão, Filipe Luís concedeu entrevista coletiva e fez uma análise direta sobre a atuação da equipe. O treinador reconheceu o desempenho abaixo do esperado, comentou as dificuldades físicas do elenco e destacou o comportamento da torcida rubro-negra durante os 90 minutos.
Mesmo com maior posse de bola, o Flamengo não conseguiu transformar o domínio em volume de chances claras. Além disso, a equipe ficou vulnerável aos contra-ataques do Internacional, cenário que, segundo o treinador, expôs problemas ligados ao condicionamento físico e ao tempo de execução das jogadas.
Análise Física E Mental Do Elenco
Filipe Luís explicou que a falta de condição ideal compromete tanto a parte técnica quanto a mental dos jogadores, resultando em erros recorrentes ao longo da partida.
“Reconhecer o jogo ruim, me lembrou o jogo contra o Táchira, pela Libertadores. Esse ida e volta, pressões a destempo. Ficou evidente que falta um pouco da parte física. Como não estão bem fisicamente, estão chegando tarde, pressão atrasada, bola escapa do pé. Isso também liga com a parte mental. Cansa mais, pensa pior e toma decisões erradas”
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Na sequência, o treinador destacou que confia na evolução do time com o avanço da temporada, mas reconheceu que, no duelo contra o Internacional, o cenário foi preocupante.
“Pelo que eu conheço deles, ainda vai levar um pouquinho (de tempo), mas a gente vai voltar. Não tenho dúvida que estamos no caminho, os jogadores estão melhorando o físico com os jogos. Tenho certeza que a pressão vai encaixar, a linha subirá junto, tudo estará em um timing melhor. Hoje eu vi meu time muito exposto, a ponto de dizer que estivemos mais perto da derrota do que da vitória.”
Filipe Luís Exalta Comportamento Da Torcida
Apesar das vaias após o apito final, Filipe Luís fez questão de elogiar a postura da torcida do Flamengo. Segundo ele, o apoio foi constante durante o jogo, especialmente nos momentos em que o Internacional esteve melhor em campo.
Mergulhe na História Rubro-Negra:
“Me sinto bem na pressão. Eu amo tanto o que eu faço, que desfruto esses momentos. Me fazem pensar, não durmo, fico horas e horas atrás de soluções. Sobre a resposta no campo, que não veio, mas o apoio da torcida veio Nos momentos que a equipe estava pior, era quando eu mais escutava a torcida. Depois? O jogo foi ruim empatamos, e eles têm todo o direito do mundo de cobrar uma performance melhor.”












