A Conmebol abriu uma denúncia contra o Flamengo pelo uso de sinalizadores e bombas no duelo contra o Internacional, válido pelas oitavas de final da Copa Libertadores, no Maracanã. Antes da decisão definitiva do tribunal disciplinar, a diretoria rubro-negra ainda poderá apresentar sua defesa.
De acordo com a acusação, o clube se enquadra no artigo 12.2 do Código Disciplinar da Conmebol, que prevê punições financeiras para instituições que permitirem o uso de artefatos explosivos em competições oficiais. A sanção inicial é de cinco mil dólares, o que corresponde a cerca de R$ 25 mil.
Em caso de reincidência da torcida, o valor pode aumentar, chegando a oito mil dólares, aproximadamente R$ 40 mil. A entidade ressalta que esse tipo de prática compromete a segurança dos torcedores presentes nos estádios.
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Apesar da denúncia, não há risco imediato de o Flamengo perder o mando de campo na Libertadores. Tampouco está prevista, nesta situação, a realização de partidas com portões fechados. O processo ainda precisa ser concluído para que as próximas etapas da competição sejam definidas.
Mergulhe na História Rubro-Negra:
Flamengo já havia sido multado em 2024
Essa não é a primeira vez que o Rubro-Negro é punido pela entidade. Em 15 de maio de 2024, durante a vitória por 4 a 0 sobre o Bolívar no Maracanã, pela fase de grupos da Libertadores, o clube recebeu multa após o disparo de 34 bombas no setor Norte.
Na ocasião, o Flamengo foi denunciado com base no artigo 12.2 C do regulamento disciplinar, que proíbe o uso de fogos de artifício, sinalizadores ou qualquer tipo de objeto pirotécnico. O valor pago foi de 10 mil dólares, o equivalente a cerca de R$ 52 mil.













