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Jorginho escolhe número 21 no Flamengo como homenagem ao auge da carreira

Volante explica simbolismo por trás da numeração e comenta estrutura do clube carioca

Jorginho recebe de Jose Boto a camisa 21 do Flamengo
Jorginho recebe de Jose Boto a camisa 21 do Flamengo

Durante sua apresentação oficial como jogador do Flamengo, realizada no último sábado (7), Jorginho revelou os motivos que o levaram a optar pela camisa 21 no clube. Segundo o meio-campista, a escolha tem ligação direta com o ano mais marcante da sua trajetória profissional: 2021, quando conquistou a Liga dos Campeões pelo Chelsea, venceu a Eurocopa com a seleção italiana e ainda ficou no top 3 do prêmio de melhor jogador do mundo.



“Camisa 21 tem vários motivos. Eu recebi a lista de números que estavam disponíveis, estava entre um ou dois e acabei optando pela 21. Primeiro, porque foi o ano mais importante da minha carreira, com todas as conquistas, me trouxe a maior alegria. Espero que esse número me traga sorte”, explicou o volante.

Jogador elogia estrutura do Flamengo e se mostra impressionado com o ambiente

Além de falar sobre a escolha do número, Jorginho aproveitou para comentar a estrutura que encontrou ao chegar no Flamengo. Com 33 anos e passagens por Napoli, Chelsea e Arsenal, o jogador afirmou estar muito satisfeito com o que viu no clube da Gávea, tanto em termos de elenco quanto de suporte fora das quatro linhas.



“O Flamengo está em uma posição muito boa, nível muito alto de jogador, estrutura, todo suporte que estão me dando nessa mudança, para mim e minha família, está sendo incrível. Nós só temos a agradecer. Acredito que o Flamengo esteja em nível bem alto nesses quesitos que acabei de falar”, acrescentou o atleta.

Adaptação ao futebol brasileiro será desafio bem-vindo, diz Jorginho

Questionado sobre como vê o retorno ao Brasil após tantos anos atuando na Europa, Jorginho demonstrou estar ciente das mudanças que enfrentará, mas mostrou-se confiante de que irá se adaptar rapidamente à nova realidade.

“Preparado para a mudança eu estou, mas, com certeza, terei que ir aprendendo com o passar do tempo. Vão ser muitas mudanças, mas o desafio é bom. Estou com muita vontade de viver isso e me adaptar da melhor maneira possível”, finalizou.



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