O diretor de futebol do Flamengo, José Boto, comentou sobre a possibilidade de o Monaco, atualmente comandado por Filipe Luís, tentar contratar jogadores do elenco rubro-negro. O dirigente afirmou que não vê esse cenário como motivo de preocupação e destacou que o clube está mais atento ao interesse do mercado em geral do que a uma equipe específica.
Boto não demonstra preocupação com o Monaco
Ao ser questionado sobre uma possível investida do clube do Principado em atletas do Flamengo, José Boto afirmou que não teme esse tipo de situação, especialmente por envolver Filipe Luís. Segundo ele, qualquer negociação dependerá da avaliação interna do clube e dos valores apresentados.
— Não temo, não temo especialmente o Filipe Luís. Temo que, por termos bons jogadores, o mercado num todo venha aqui bater à porta. Mas vai ter que pagar o preço que nós acharmos justo; ou, se calhar, até nem pelo preço justo vamos deixar (jogadores saírem). Depende muito do que for, caso a caso. Não é, assim, uma coisa que tenha uma programação.
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Comparação entre Filipe Luís e Leonardo Jardim
Durante a entrevista concedida à ESPN, José Boto também analisou as diferenças entre o trabalho de Filipe Luís e o de Leonardo Jardim, principalmente no que diz respeito à participação dos treinadores no mercado de transferências.
Na visão do dirigente, cada treinador possui uma maneira própria de montar o elenco, de acordo com seu modelo de jogo e com as características que considera mais importantes na escolha dos atletas.
— É sempre diferente. Trabalhar com o De Zerbi é diferente de trabalhar com o Luís Castro. Trabalhar com o (Paulo) Fonseca é diferente de trabalhar com o Leonardo Jardim. Os treinadores têm os seus modelos de jogo e os seus modelos de jogadores. Há treinadores que dão muita importância a um fator, enquanto outros treinadores dão menos importância a esse fator e valorizam outros fatores.
Experiência de Jardim é destacada
Na sequência da entrevista, José Boto ressaltou que Leonardo Jardim possui uma vantagem decorrente da longa trajetória construída no futebol. De acordo com o diretor, essa experiência proporciona ao treinador uma compreensão mais ampla sobre o funcionamento do mercado de transferências e dos diferentes perfis de jogadores.
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