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Juca Kfouri exalta domínio rubro-negro no Eneacampeonato do Brasileirão

Jornalista descreve tensão, virada emocional no Maracanã e superioridade absoluta do Flamengo

Jornalista Juca Kfouri
Jornalista Juca Kfouri

Logo no início da noite, o Maracanã lotado vivia um clima de expectativa. Enquanto o Flamengo pressionava o Ceará sem conseguir abrir o placar, o Palmeiras dominava o Atlético-MG em Belo Horizonte e vencia por 2 a 0, com gols de Flaco López e Allan. O cenário mantinha parte da torcida apreensiva — mas, como lembrou Juca, “o que é dos homens os bichos não comem”.



O gol que mudou tudo

Aos 37 minutos do primeiro tempo, o momento decisivo chegou: Samuel Lino recebeu de Carrascal e tocou a bola entre as pernas do goleiro, colocando o Mengão em vantagem e praticamente assegurando o eneacampeonato. Para Juca, o atacante começava ali a justificar o investimento feito pelo clube.

Pouco depois, em Minas, Piquerez levou cartão vermelho. O intervalo chegou, e o Flamengo desceu aos vestiários já “com o nono título no bolso”, segundo o jornalista.



A trajetória dos campeões

Juca recordou, em seu texto, que todos os títulos brasileiros do Flamengo foram conquistados em campo:

• o primeiro em 1980;
• quatro ao longo da década de 1980;
• um nos anos 1990;
• um na primeira década dos anos 2000;
• outro nos anos 2010;
• e agora dois na década de 2020.



Nenhum decidido em mesa, como reforçou o colunista.

Segundo tempo de controle total

Com o jogo sob comando, o Flamengo seguiu buscando o gol que encerraria qualquer dúvida da torcida. Em Belo Horizonte, o Atlético-MG tentava reagir com seus “candidatos à lei do ex” — Dudu, Rony e Scarpa.

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No Maracanã, Filipe Luís promoveu mudanças: entraram Plata e Cebolinha, saindo Samuel Lino e Arrascaeta, aos 17.



A vantagem rubro-negra só não era maior porque o goleiro adversário evitava mais gols. Mesmo assim, o Ceará não ameaçava: eram 13 finalizações do Flamengo contra nenhuma do rival aos 25 minutos.

Ainda assim, como escreveu Juca, “vai que…”.

No Mineirão, Scarpa acertou a trave. Em seguida, Rony marcou — mas a arbitragem anulou porque o gol foi de braço.

A festa rubro-negra começava a ganhar forma. Aos 30, Filipe Luís trocou Carrascal por Luiz Araújo. Pouco depois, em grande jogada de Jefté, o jovem Luighi fez 3 a 0 no Atlético-MG e “depenou o Galo de vez”, como descreveu o jornalista.



Últimos minutos e festa da Nação

Um gol do Ceará manteria o Brasileirão em aberto, mas o Vozão não oferecia real perigo. As últimas trocas do técnico do Flamengo colocaram De La Cruz e Saúl em campo, enquanto saíam Jorginho e Bruno Henrique, aos 40.

Do outro lado, Rossi — sem ser exigido — parecia precisar apenas de “um café”.

Nas arquibancadas, mais de 73 mil torcedores transformavam o estádio em um carnaval antecipado. Um clima que, segundo Juca, começou em novembro com a Libertadores e continuou em dezembro com o título brasileiro.

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