Morreu nesta sexta-feira (8), no Rio de Janeiro, o cantor e compositor Arlindo Cruz, aos 66 anos. Torcedor declarado do Flamengo, o artista foi um dos maiores nomes do samba brasileiro e enfrentava sérios problemas de saúde desde 2017, quando sofreu um acidente vascular cerebral hemorrágico. A informação foi confirmada por sua esposa, Babi Cruz, e divulgada pelo portal G1.
Naquele ano, Arlindo passou mal em casa e precisou ser internado com urgência, permanecendo por quase um ano e meio em tratamento intensivo. Desde então, convivia com as sequelas da doença, que o afastaram dos palcos e das gravações, além de enfrentar diversas hospitalizações até o seu falecimento.
LEIA TAMBÉM:
Nascido em 14 de setembro de 1958, no Rio de Janeiro, Arlindo Domingos da Cruz Filho se consagrou como uma das maiores referências do samba, não apenas pela voz inconfundível, mas também pelo talento como instrumentista, especialmente no cavaquinho e no banjo. Começou a tocar cavaquinho aos sete anos e aprendeu violão com a ajuda do irmão, Acyr Marques.
A paixão de Arlindo Cruz pelo Flamengo
Além da brilhante carreira musical, Arlindo era um apaixonado pelo Mengão. Em entrevista concedida em 2011 ao ge, relembrou um dos momentos mais marcantes que viveu como torcedor: a semifinal do Campeonato Brasileiro de 1980, quando o Flamengo venceu o Coritiba por 4 a 3 no Maracanã.
Mergulhe na História Rubro-Negra:
“Eu era estudante e fui ver o jogo contra o Coritiba, que começou 2 a 0 para eles. Após a lesão do Zico e de outros jogadores, o Flamengo virou com dois gols do Nunes e um golaço inesquecível do Carlos Alberto, que driblou todo mundo numa arrancada incrível”.













