Os boatos de que o Flamengo devolveria o terreno do Gasômetro à Caixa Econômica Federal e pediria o dinheiro de volta não procedem. A informação foi divulgada pelo jornalista Paulo Vinícius Coelho, o PVC, em sua coluna no UOL.
Segundo PVC, essa narrativa está mais associada a disputas políticas do que à realidade, especialmente após o pagamento à vista feito pelo clube para comprar o espaço, situado na região central do Rio de Janeiro. O jornalista ressaltou que o Flamengo deseja construir seu estádio, mas sem pressa.
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Em julho de 2024, o clube venceu o leilão do Gasômetro, adquirindo o local por R$ 138,1 milhões, valor mínimo exigido. Desde então, o maior desafio tem sido viabilizar a construção do tão sonhado estádio próprio.
Um dos principais entraves é a retirada dos gasodutos. Na última semana, o governador Cláudio Castro reafirmou que a Prefeitura do Rio se comprometeu a cuidar da remoção dos entulhos e, posteriormente, dos gasodutos.
“Ali é uma questão do Flamengo com a Prefeitura do Rio. Vimos que a Prefeitura teria se comprometido a tirar os gasodutos”, declarou Castro.
Conselho Deliberativo discutirá recursos
Mergulhe na História Rubro-Negra:
Outro ponto importante é a definição de como serão captados os recursos para iniciar as obras. Conforme o jornal O Globo, o Conselho Deliberativo do clube se reunirá para debater alternativas de financiamento e analisar o impacto do projeto nas finanças rubro-negras.
Os estudos continuam em andamento, e a diretoria busca a melhor solução para tirar o projeto do papel sem comprometer a saúde financeira do clube.













