
Na última quinta-feira (4), o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, foi punido pelo STJD com 12 jogos de suspensão e multa de R$ 60 mil, ficando impedido de atuar em competições organizadas pela CBF. Diante disso, o jornalista Venê Casagrande detalhou como Filipe Luís pretende ajustar o elenco para os próximos compromissos, destacando que Michael deve ser mais acionado.
Michael pode assumir protagonismo
Atualmente, Samuel Lino é considerado o principal ponta-esquerda do Flamengo. Mesmo assim, Bruno Henrique seguia como peça relevante, atuando com frequência e servindo de principal substituto na função. Com a suspensão, a tendência é que Michael seja a primeira escolha de Filipe Luís para ocupar o setor.
“Durante esses 12 jogos, caso a punição se mantenha, o técnico Filipe Luís pode acabar recorrendo mais ao Michael, que atua na mesma posição. Tem gente levantando teoria de que o STJD marcou o julgamento depois da janela para atrapalhar o Flamengo, mas, sinceramente, não faz sentido, até porque o clube tem jogadores para a função”, comentou Venê Casagrande.
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Versatilidade de Bruno Henrique
Além de atuar como ponta, Bruno Henrique vinha sendo alternativa direta para substituir Pedro no comando do ataque. Venê ainda frisou que a punição aplicada foi a mais leve possível dentro do artigo, já que o atacante poderia ter recebido suspensão de até dois anos. Mesmo assim, a ausência terá grande impacto, pois o jogador é visto como fundamental para o elenco.
Disponível para a Libertadores
Apesar de não poder atuar no Brasileirão e na Copa do Brasil durante a punição, Bruno Henrique segue apto a disputar a Libertadores. Assim, caso mantenha bom rendimento nos treinos, seguirá sendo opção para os duelos diante do Estudiantes e em eventuais fases seguintes.
“Muita gente já vai perguntar: cabe recurso? Cabe, sim. E o Flamengo já decidiu que vai recorrer da decisão, porque internamente o clube não gostou do resultado. Entende que 12 jogos é uma punição muito pesada. E vale lembrar: essa suspensão é apenas para competições organizadas pela CBF, como Brasileirão e Copa do Brasil. Libertadores não entra, porque é torneio da Conmebol”, disse Venê Casagrande.
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